Radio Reggae - Portal Roots

sábado, 12 de setembro de 2026

🎶 A SUA HISTÓRIA COM O REGGAE


Todo mundo tem um reggae que marcou uma fase da vida. Uma música que lembra alguém, um lugar, uma amizade, um amor ou um momento que nunca foi esquecido.

Agora queremos conhecer a sua história! 🖤💛💚❤️

Conte pra gente: como o reggae entrou na sua vida? Qual música traz uma lembrança especial? Quem você lembra quando ela toca?

📹 Grave seu vídeo contando essa história e envie para o nosso canal.

Porque reggae não é apenas música. Reggae é memória, sentimento e história.

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Brad Marley – O Embaixador do Reggae celebra 17 anos levando a cultura reggae do Maranhão para o Brasil e o mundo

 


São 17 anos de história, dedicação e amor pelo reggae maranhense. Nesta data especial, o canal Brad Marley – O Embaixador do Reggae comemora mais um marco em sua trajetória, consolidando-se como uma das maiores referências na divulgação da cultura reggae produzida no Maranhão.

Criado há exatos 17 anos, o canal nasceu com uma missão simples, mas ambiciosa: mostrar ao Brasil e ao mundo a força, a identidade e a riqueza do reggae maranhense. O que começou como um sonho impulsionado pela paixão pela música e pela cultura popular transformou-se em um dos maiores acervos digitais dedicados ao gênero.

Hoje, essa trajetória é marcada por números impressionantes: 129 mil 745 inscritos e 76 milhões 687 mil 213 visualizações, resultados construídos graças ao apoio de milhares de pessoas que acompanham, compartilham e valorizam o conteúdo publicado ao longo dos anos.

Mais do que estatísticas, esses números representam uma comunidade apaixonada pelo reggae. Cada inscrição, cada curtida, cada comentário e cada compartilhamento contribuíram para fortalecer um projeto que tem como principal objetivo preservar e divulgar a cultura reggae do Maranhão.

O nome "Brad Marley – O Embaixador do Reggae" traduz exatamente essa missão: ser uma ponte entre o reggae maranhense e pessoas de todas as regiões, valorizando artistas, radiolas, DJs, colecionadores, dançarinos, produtores culturais e todos aqueles que mantêm viva uma tradição que faz parte da identidade do povo maranhense.

Ao longo desses 17 anos, o canal registrou momentos históricos, publicou milhares de vídeos, apresentou grandes clássicos e novas descobertas, aproximando milhões de pessoas da riqueza cultural do reggae produzido no Maranhão. Cada vídeo publicado representa um capítulo dessa história construída com dedicação, respeito à cultura e compromisso com a memória do movimento reggae.

Celebrar este aniversário é também reconhecer a importância de todos que fizeram parte dessa caminhada. Sem o apoio dos inscritos, seguidores e apaixonados pelo reggae, essa história não teria alcançado tamanha relevância.

Os 17 anos do canal não representam um ponto de chegada, mas o início de uma nova etapa. O compromisso permanece o mesmo: continuar divulgando o reggae maranhense, contando histórias, preservando memórias e inspirando novas gerações a conhecer e valorizar essa cultura que orgulha o Maranhão.

A todos que estiveram presentes ao longo dessa jornada, fica o mais sincero agradecimento. Esta conquista pertence a cada pessoa que acreditou no projeto e ajudou a transformar o canal em uma referência para os amantes do reggae.

Vida longa ao reggae maranhense!

Brad Marley – O Embaixador do Reggae

17 anos divulgando a cultura reggae do Maranhão para o Brasil e o mundo.

segunda-feira, 23 de junho de 2025

O Blog Jameica Roots Reggae: uma trincheira na divulgação do reggae brasileiro

 


Em tempos em que as grandes mídias ignoram os sons das periferias e das culturas populares, o Blog Jameica Roots Reggae surge como um dos mais importantes instrumentos de divulgação, valorização e resistência do reggae nacional – especialmente o reggae feito no Maranhão, berço da batida coladinha e da dança agarradinha que conquistou o Brasil.

Mais que um espaço virtual, o blog é uma voz ativa que ecoa as histórias, os sons, as lutas e os sentimentos da massa regueira. Por meio de matérias, entrevistas, coberturas de eventos, homenagens e resgates históricos, o Jameica Roots vem contribuindo de forma direta para manter viva a memória e impulsionar o presente da cena reggae.

O blog tem sido um canal fundamental para dar visibilidade a DJs, radiolas, produtores culturais, festas de bairro e artistas independentes que muitas vezes são invisíveis aos olhos do mainstream. Ele ajuda a quebrar o silêncio imposto pelas estruturas tradicionais da comunicação e fortalece as pontes entre as comunidades regueiras do Maranhão e de todo o Brasil.

A importância do Jameica Roots também está no seu compromisso com a educação cultural: ao contar histórias como a de Tony Tavares, das primeiras radiolas, dos bailes históricos e da relação do reggae com a negritude e a resistência, o blog cumpre um papel social, político e formativo.

Para muitos, o Jameica Roots Reggae é a primeira porta de entrada para conhecer a riqueza do reggae brasileiro com sotaque maranhense. Para outros, é um espelho onde se reconhecem, onde veem suas histórias, suas músicas e suas lutas representadas com respeito e dignidade.

Em cada texto, cada post, cada lembrança compartilhada, o blog cumpre a missão de manter acesa a chama do reggae como cultura viva, pulsante e transformadora.

O blog Jameica Roots Reggae tem como editor o comunicador Brad Marley, conhecido como “O Embaixador do Reggae” – uma figura respeitada na cena reggae do Maranhão, do Brasil e até do cenário internacional. Com seu carisma, conhecimento e trajetória, Brad dá alma ao projeto e leva adiante a missão de fortalecer a cultura reggae como ferramenta de identidade e transformação.

Em cada texto, cada post, cada lembrança compartilhada, o blog cumpre a missão de manter acesa a chama do reggae como cultura viva, pulsante e transformadora.

Longa vida ao Jameica Roots Reggae. Porque divulgar reggae é também espalhar amor, consciência, história e identidade.

terça-feira, 12 de dezembro de 2023

Paramount Pictures divulga novo trailer do filme biográfico de Bob Marley

 


A Paramount Pictures divulgou nessa terça-feira, 5, um novo trailer da cinebiografia de Bob Marley, intitulada “Bob Marley: One Love”. O filme, estrelado por Kingsley Ben-Adir e Lashana Lynch, tem sua estreia prevista para 12 de fevereiro de 2024 nos cinemas brasileiros.


A nova prévia destaca a vida e a carreira musical de Bob Marley, interpretado por Kingsley Ben-Adir, abordando também a defesa pela paz e o atentado a tiros sofrido pelo músico em 1976. A trilha sonora inclui dois grandes sucessos do cantor jamaicano, ‘Redemption Song’ e ‘Three Little Birds’.


Conforme noticiado pelo portal da revista Rolling Stone Brasil, a produção foi realizada pela viúva de Bob Marley, Rita Marley, em colaboração com os filhos Ziggy e Cedella Marley. A direção de “Bob Marley: One Love” (2024) fica a cargo de Reinaldo Marcus Green (King Richard: Criando Campeãs), que também participou da elaboração do roteiro junto com Zach Baylin (Creed III) e Frank E. Flowers (Shooting Stars).


Além de Kingsley Ben-Adir, o elenco conta com Anthony Welsh, James Norton, Lashana Lynch, Michael Gandolfini, Nadine Marshall, Tosin Cole e Umi Myers. O trailer pode ser conferido aqui.

Fonte Reggae point



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2023

TONY TAVARES. O MAGRÃO | UM DOS NAIORES ARTISTA DO MARANHÃO

 Este web documentário é uma singela homenagem a Tony Tavares. Um primo, amigo e irmão. Tony era uma pessoa ímpar, além de um grande artista. Seu coração grande e sua alegria eram marcantes e inesquecíveis. Todos que o rodeavam são testemunhas disto. Não poderia deixar de fazer este registro que, com certeza, será o primeiro passo para um projeto maior e  do real  tamanho que ele é.

Dançarino, DJ, Locutor e Cantor. Tony Tavares foi e ainda é uma parte da história do reggae em São Luís, no Maranhão e no Brasil. Sempre será lembrado por todos pelo seu talento e mais ainda por sua incomparável alegria. Viva Tony Tavares! Viva o reggae!


domingo, 13 de fevereiro de 2022

Morre o cantor jamaicano Bunny Maloney!

 


Bunny Maloney morreu dia 28 de janeiro, na Jamaica, aos 69 anos. No entanto, a notícia só foi divulgada nessa terça-feira (08) sem qualquer informação sobre as causas de sua morte. Seu corpo foi velado nessa quinta-feira (10), às 11 horas, na Igreja Missionária Waterford, em Portmore.


Maloney fez um único show em São Luís em agosto de 2016, promovido por Sidney Crooks e Lady Conceição. Ele foi meu entrevistado no Reggae Point da Mirante FM e resumiu a sua história, começando pela primeira canção “Julia”, que fala de uma mulher imaginária, a qual ele definiu como “a mulher perfeita”. Falou de suas regravações, “Give Me Some More”, do grupo The Uniques, “Baby I’ve Been Missing You” e “Always On My Mind”, de Elvis Presley, que fizeram sucesso no Reino Unido e caracterizam o seu estilo romântico de cantar, além das suas canções que abordam problemas sociais.


O rasta presenteou-me com um boina, discos de vinil e pulseiras jamaicanas como forma de agradecimento pela entrevista. Além de Bunny Maloney, os cantores Don Taylor, King Benj-I, Norris Cole, Lady Conceição, Kelling Beckford e Norris Cole Junior também participaram da entrevista.


Segundo informações, Bunny Maloney não procurou um hospital e morreu em casa.


Fonte: Reggae Point

Ijahman & Madge

 


01. I Do 
02. My Love 
03. Call On You
 04. Happy Home 
05. Hold On Honey 
06. Mellow Music 
07. Charriot Of Love 
08. Freedom



terça-feira, 18 de janeiro de 2022

ANIVERSÁRIO DO MUSEU DO REGGAE TERÁ QUATRO DIAS DE PROGRAMAÇÃO EM COMEMORAÇÃO AOS 04 ANOS

 

Museu do Reggae comemora quatro anos de atividades com Rodas de Conversa sobre temáticas variadas com a participação de convidados especiais. (Foto: Divulgação)

O Museu do Reggae do Maranhão, equipamento cultural gerenciado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secma), completa quatro anos na terça-feira (18). Para comemorar, todos os dias, até sexta-feira (21), haverá Roda de Conversa, um bate-papo com temáticas variadas e convidados especiais. A programação será aberta ao público, mas a lotação está condicionada a 40 pessoas, em observância aos cuidados e prevenção contra a Covid-19 e o vírus da influenza, portanto, vá de máscara. 


Todos os dias a programação começa às 18h30 e vai até as 21h. Músicos, intérpretes, DJS e pessoas que fazem parte da cadeia produtiva do reggae irão conversar, trocar experiência e mostrar sua arte ao vivo. Toda a programação será transmitida pelas redes sociais do Museu. 

“Nada mais dinâmico e enriquecedor do que comemorar esses 4 anos do Museu do Reggae com pessoas que fazem parte da cena do reggae, que movimentam a cadeia produtiva do ritmo e que compartilharão das suas vivências e experiências com um público que admira e curte o reggae. Então estão todos convidados, observando os cuidados e os critérios sanitários que temos que ter contra a Covid-19”, convidou o secretário de Estado da Cultura, Anderson Lindoso. 

No dia 18 (terça-feira), a Orquestra de Reggae do Maranhão convida pessoas do movimento reggae que trabalham com música para conversar sobre o assunto, mas visitantes e turistas também podem participar. 

No dia 19 (quarta-feira), o tema vai ser Mulheres no Reggae, com Elizabeth Lago e Alessandra Vieira (que é assessora técnica do Museu), falando do universo feminino no reggae e a importância das mulheres no movimento reggae.

Na quinta-feira (20), o Grupo GDAM, que tem um trabalho voltado para projetos sociais, especialmente no segmento dança, vai receber convidados e falar sobre a dança como elemento cultural do reggae e de como esse ritmo encanta no “dançar”. 

No último dia da programação (21), o tema vai ser os homens do reggae. Chico do Reggae Convida vai ser com a participação de homens que fizeram a revolução do reggae do Maranhão nas décadas de 1970 e 1980. Chico do Reggae é um dos personagens cruciais na cena do reggae do Maranhão, sendo responsável por abastecer o mercado maranhense com discos adquiridos em viagens que fez à Jamaica, Londres, Suriname e Guiana Inglesa.

Cerca de 700 visitantes em oito dias


O Museu do Reggae foi reaberto no dia 16 de dezembro após um período fechado para reforma, e também em função da pandemia de Covid-19. De acordo com informações da Assessoria Técnica do Museu, em apenas oito dias o espaço recebeu aproximadamente 700 visitantes vindos das mais diversas partes do Brasil e do mundo. 

Entre eles estão turistas de estados como São Paulo, Minas Gerais, Pará e Rio de Janeiro; países como a França; e de cidades maranhenses como Rosário e Coelho Neto, além é claro, dos ludovicenses. 

O Museu do Reggae do Maranhão, situado na Rua da Estrela, 124, Praia Grande, oferece ao público um vasto material sobre a cultura reggae. O horário de funcionamento é de terça-feira a sábado, das 13h às 18h; e aos domingos das 10h às 13h. 

Inaugurado em 18 de janeiro de 2018, conta, por meio do seu acervo, a trajetória do gênero musical no estado. Nas várias salas de exposição existem relíquias como a guitarra usada há mais de 30 anos no primeiro show da Tribo de Jah, grupo pioneiro do reggae no Maranhão.

Fonte: agenciadenoticias

terça-feira, 9 de novembro de 2021

O adeus a Georgie, icônico amigo de Bob Marley lembrado em ’No Woman no Cry’!

 



Fãs de Bob Marley e da música jamaicana certamente conhecem a frase "And then Georgie would make the fire light, logwood burning through the night", algo como:

E então, Georgie faria a chama, e o campeche queimaria pela noite.".

Essa passagem de "No Woman no Cry" imortalizou um dos grandes amigos de Bob Marley, Georgie, que infelizmente nos deixou nessa quarta-feira dia 6 de outubro.

A idade exata de George Headley “Georgie” Robinson não foi revelada, mas fala-se que ele estava próximo dos seus 80 anos de vida. Por muitos anos, Georgie trabalhou no museu de Bob Marley na Jamaica.

Ele vivia em Trenchtown quando Bob se mudou para lá com sua mãe e se tornaram grandes amigos. Georgie foi uma das pessoas que testemunhou todas as lutas e dificuldades passadas por Bob e os demais Wailers no início de sua carreira. Descanse em paz!  

Fonte Surforeggae

domingo, 29 de agosto de 2021

Lee 'Scratch' Perry, lenda do reggae e dub, morre aos 85 anos

 A morte foi confirmada por Andrew Holness, atual primeiro-ministro da Jamaica. "Sem dúvidas, Lee 'Scratch' Perry será sempre lembrado por sua grande contribuição à fraternidade musical. Que sua alma descanse em paz", escreveu 



Lee 'Scratch' Perry, um dos pais do gênero dub e figura histórica da música reggae jamaicana, morreu neste domingo, 29, aos 85 anos de idade. Trabalhou com nomes importantes ao longo das décadas, como Bob Marley, Peter Tosh, Bunny Wailer, The Congos, Max Romeo, Prince Buster, Robbie Shakespeare e Sly Dunbar, além de sua banda, The Upsetters.

A morte foi confirmada por Andrew Holness, atual primeiro-ministro da Jamaica. "Sem dúvidas, Lee 'Scratch' Perry será sempre lembrado por sua grande contribuição à fraternidade musical. Que sua alma descanse em paz", escreveu.

Segundo o jornal Jamaica Observer, Perry morreu no Hospital Noel Holmes, em Lucea, ao noroeste do país.

Nascido em Kendal, região rural e canavieira da Jamaica, em 1936 (o país só conquistou oficialmente sua independência do Reino Unido em 1962), abandonou a escola quando tinha por volta de 15 anos e encontrou seu rumo no mundo da música.

Nos anos 1960 e 1970, produziu obras de inúmeros músicos de reggae no Black Ark, seu estúdio em Kingston. Lá, também fazia remixes adicionando efeitos como ecos, recortes e distorções em materiais já produzidos, misturando diferentes artistas, se tornando uma das figuras mais importantes do gênero dub, assim como King Tubby (que morreu em 1989).


Em abril de 2007, Lee 'Scratch' Perry esteve no Brasil para um histórico show no Via Funchal, e assim foi descrito em texto publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo: "Ele em si é um espetáculo, como se misturasse inúmeras personas conhecidas: é uma espécie de Chacrinha com seus chapéus anéis, pulseiras, colares e penduricalhos e as palavras de ordem repetidas como mantras na voz ardida; é um Profeta Gentileza rastafari pregando a paz universal, com referências à África-mãe nos símbolos da Etiópia aqui e ali."

Em agosto de 2002, aos 66 anos, se apresentaria pela primeira vez no País, no festival Dub Mamute, no Sesc Pompeia. De última hora, porém, não embarcou no avião e sua participação foi cancelada.

Dias antes, porém, deu uma entrevista à Folha de S.Paulo em que revelava um pouco mais sobre sua exótica forma de ver o mundo. "O dub é o que eu consigo fazer com três músicos no palco. O dub são as batidas do meu coração. O meu cérebro é o baixo. Isso é dub. Eu faço o original. O que fazem hoje na Jamaica é falso. Não tenho o mesmo sangue dos jamaicanos, tenho sangue de anjo", refletia sobre o gênero.

Já em relação ao "Scratch" de seu nome, referência ao efeito sonoro, explicava: "É mais do que um apelido. É parte da minha verdade. Conheço o scratch desde o começo. O scratch é formado por sete letras, que representam os sete dias da semana."

Questionado sobre os comentários de que King Tubby, outro pioneiro dub, seria o criador do gênero, ficava bravo: "Não sei quem é esse tal de Tubby. Nunca ouvi falar nesse homem. Não gosto de ladrões e nem de mentirosos. Quem é ladrão ou mentiroso eu digo que não conheço... Entendeu?"

Não foi seu único desafeto. À revista Rolling Stone, em 2010, Bunny Wailer, último membro da formação original dos Wailers, criticava o produtor: "Lee Perry não fez nada pelos Wailers. Ele apenas sentava no estúdio enquanto nós tocávamos nossa música, e então ele ferrou com a gente. Nós nunca vimos um centavo daqueles álbuns que fizemos com ele. Gravações que outras pessoas fizeram milhões. A ignorância de Lee Perry nos custou um monte de dinheiro, e eu nunca o perdoei". Sobre as acusações, Lee respondeu apenas: "Eu prefiro não falar sobre Bunny Wailer. Ele é uma pessoa miserável."

Fora de seu país natal, chegou a morar na Europa, estabelecendo-se por anos na Suíça. "Estava ficando dependente dos meus amigos jamaicanos. Tão viciado nos produtores e nos DJs de lá que já não sabia mais quem eu era musicalmente. Cansei das mentiras deles. Por que ficar lá se estava morrendo? Sou alérgico a energia ruim. É porque eles jamaicanos roubaram minhas fitas e não sabiam apreciar minha música. Quando comecei a fazer punk reggae, ninguém achou bom na Jamaica. Quando mostrei esse gênero no Reino Unido, me acharam Deus. Nem existia Bob Marley quando eu apareci", justificava, à Folha de S.Paulo, sobre a saída da ilha.

Por fim, Lee 'Scratch' Perry confirmava a história de que ateou fogo ao seu próprio estúdio em Kingston - "Sim. E não fiz outro porque não quero ajudar a Jamaica" - e também a lenda de que tinha o costume de enterrar suas fitas musicais para supostamente "captar energia positiva" - "Claro que sim. Se você dá para a terra o que é bom, ela te devolve o que é bom. Como você acha que me torneio produtor? Adoro fazer experimentações."

Lee 'Scratch' Perry ultrapassou barreiras musicais ao trabalhar com grandes nomes de outros gêneros, como Keith Richards (guitarrista dos Rolling Stones), Beastie Boys e a banda The Clash.

Em entrevista publicada no jornal O Estado de S. Paulo em 6 de junho de 1998, Adam Yauch, do Beastie Boys, afirmava: "Perry é um músico impressionante. Apareceu no estúdio com algumas letras escritas, escutou o que estávamos fazendo e começou a improvisar. A coisa mais impressionante é que tudo que vem de Lee Perry é naturalmente musical, com estrutura própria."

Correio Brasiliense

quarta-feira, 21 de julho de 2021

domingo, 4 de julho de 2021

CIDADES CANTADAS POR TONY TAVARES

Essa seleção é uma amostra do talento e da capacidade de composição do Saudoso Tony Tavares!!!!

“Reggae Agarradinho” pode virar Patrimônio Cultural Imaterial do Maranhão

 


Há quarenta anos, já desenganado pelos médicos, Bob Marley retornava da Alemanha para a Jamaica para passar seus últimos dias com a família. Não deu tempo. No trajeto de volta ao lar, ele foi internado às pressas em um hospital de Miami, e morreu em 11 de maio de 1981, aos 36 anos, em decorrência de um câncer.

No Brasil, a data que marca a morte do músico, dia 11 de maio, foi instituída como o Dia Nacional do Reggae.

Desde os anos 1970, a música reggae originária da Jamaica chegou ao Brasil, influenciando ritmos, comportamentos e estética em algumas regiões do país. Entre as regiões do nordeste, São Luís do Maranhão é denominada Jamaica brasileira, por abrigar o maior número de espaços onde se ouve o ritmo jamaicano e se dança em par, popularmente conhecido como “agarradinho”. 

Característica marcante do ritmo no Estado, o estilo maranhense de dançar reggae pode agora virar Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.

Foi com esse objetivo que, nessa terça-feira (11), Dia Nacional do Reggae, o Museu do Reggae do Maranhão, dirigido pelo produtor cultural e jornalista Ademar Danilo, apresentou proposta para que a dança de reggae do Maranhão seja tombada como Patrimônio Cultural Imaterial do Maranhão, por meio de inscrição no Livro de Registro das Formas de Expressão, como preconiza a Lei nº 10.514, de 05 de outubro de 2016.

A proposição foi recebida pelo secretário de Estado da Cultura (Secma), Anderson Lindoso, que deverá encaminhar a solicitação para aprovação do governador Flávio Dino. “Vou avaliar com atenção e submeter essa proposta à aprovação do governador Flávio Dino. 

O nosso estilo de dançar reggae é genuinamente maranhense”, frisou Anderson Lindoso, em postagem nas redes sociais.

A história do reggae com São Luís começa na década de 1970. As explicações para a chegada do ritmo no Maranhão são muitas, mas talvez as teses mais conhecidas sejam a de que marinheiros que chegavam ao porto de São Luís e de Cururupu deixavam discos trazidos da Jamaica nas zonas de prostituição para pagar pelos serviços e, ainda , sobre à sintonização de ondas de rádio do Caribe. 

Em pouco tempo, o reggae já havia se difundido pela periferia da cidade e passou a conquistar adeptos pela cidade. 

Nos anos 80, São Luís já contava com dezenas de clubes, salões e programas de rádio dedicados ao ritmo. A influência jamaicana também pode ser vista no linguajar e nas roupas das pessoas.

Fonte: Rggae Point 

sábado, 3 de julho de 2021

MELO DE AMOR - AUDI WEBBER

Edson Gomes - Ao Vivo Em Salvador (2016)

01. Dívidas

02. Perdido de Amor

03. Árvore

04. Criminalidade

05. Campo de Batalha

06. Barrados

07. Fala Só de Amor

08. Lili

09. Traumas

10. Ana Maria

11. Viu

12. Tabuleiro

13. Samarina

14. Bibliotecas Públicas

15. Babylon Vampire

16. Camelô

17. Lei do Engano

18. Isaac

19. Malandrinha

20. Árvore

21. Barrados


FABIO FASHION REGGAE REMIX 2021

 



01.BAR DA ESQUINA  

 02. CARPINTEIRO  

 03.LAMBADA DO OVO 2021 H

 04.ME ODEIA REGGAE REMIX

  05.BB MASTER PRODUÇOES

  06.RITHIMIA ID PRODOÇOES

  07.ESQUEMA

   08.TENHO MEDO REGGAEBREMIX

   09.saudade

   10.MEIA NOITE REGGAE REMIX

  11.LAMBADA DO SUCADINHO 2021

   12.O CARPITEIRO

segunda-feira, 7 de junho de 2021

MELÔ DE INVEJA PETER TOTY

 
Uma das música mais linda na magnifica voz desse astro do reggae maranhense Toty, esse sabe encantar massa regueira!!

segunda-feira, 24 de maio de 2021

REGGAE 2021 NA VOZ DE SLY FOXX UM DOS GIGANTES DO REGGAE DO MARANHÃO NA ATUALIDADE


 

Uma sequencia de peso na voz dessa magnifica  de Sly Foxx!!!

Sly Foxx é um que já escreveu sua história nas paginas do livro do reggae do maranhão  e também em cada mente dos inúmeros regueiros que vivem  em todo lugar a onde essa música reggae do maranhão toca.

Quando partimos da nossa terra algumas coisas temos que deixar, mas o reggae vai na mente e no coração do regueiros maranhense para qualquer lugar que o destino os leve!!!!

01.Melô da Moça 2021- Sly Fox 

02.Melo da Manhosa 2021- Sly Foxx 

03Melô de Emily 2021 - Sly Foxx 

04- Melô da Paixão Errada 2021 - Sly Foxx  

05-Melô de Júlia 2021 - Sly Foxx 

06-Melo do Guardião 2021- de Sly Foxx 

07-Melo de Salgado Icatu versão 2021- Sly Foxx 

MELO DOS NAMORADOS 2005

Uma versão da música, Memories - Netzwerk de muito sucesso dos anos 90. O nosso canal trás essa belíssima música em reggae pra recordar. Trechos da tradução dessa linda música Quando eu acordar para o seu passo Enquanto você se levanta da cama Fazem uma música que soa tão simples, mas dança na minha cabeça Uma melodia tão perfeita Que me deixa ao longo do dia E o pensamento de nós para sempre É aquele que nunca vai desaparecer Tudo o que eu preciso saber é onde parar Pegue minha mão e me mostre o para sempre, então Nunca vou nunca deixar você ir

domingo, 23 de maio de 2021