Radio Reggae - Portal Roots

domingo, 14 de agosto de 2011

RAISSA STAR A CANTORA FENÔMENO DO REGGAE DO MARANHÃO


Raissa Star começou sua carreira no Reggae no fim de 2007 quando procurou a GU STUDIO RECORDS hoje conhecida como PLAY RECORDS, Raissa sempre gostou de Reggae já cantou em bandas de bairro, já gravou comercial de TV para Euromar Concessionárias de veículos também participou do show de calouros no programa da TV Difusora apresentado por Paulinha Lobão.

Raissa Star ou Raissa Andressa tem 17 anos nasceu em São Luís, ela tem muitas musicas de sucessos no Reggae, até hoje é fiel a sua gravadora PLAY RECORDS e faz muito shows com as radiolas de Reggae como Estrela do Som, Super Itamaraty, Black Power e Menina Veneno e várias outras grandes radiolas de Reggae de São Luís do Maranhão e em varias cidade que a estrela Raissa passa.

Hoje tem vários sucessos gravados em versões e originais, o seu primeiro sucesso foi a musica Maria Magdalena versão da musica da cantora Sandra Flash Back dos anos 70. Raissa Dividiu a canção com o cantor SOM COSTA musico, cantor e produtor musical.

Seu produtor Cesar Roberto e empresário que é o dono da PLAY RECORDS no qual deu a oportunidade a Raissa o sucesso.

A cantora Raissa é simples humilde e carismática, onde ela passa deixa saudade e gosto de quero mais por suas belas Musicas e por sua beleza e talento.
FONTE REGGAE GEN ROOTS

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

ENTREVISTA COM MUSA DO REGGAE ROSY VALENÇA 05 DE AGOSTO 2011






Reggae Gen Roots: Qual sua religião? Rosy Valença: Evangélica.

Reggae Gen Roots: O que você mais gosta de fazer? Rosy Valença: Cantar.

Reggae Gen Roots: Por que você escolheu o ritmo Reggae para sua carreira? Rosy Valença: Na verdade, as pessoas, o público regueiro que me escolheram, porque na época eu não pensava em fazer shows.

Reggae Gen Roots: Como o reggae entrou para sua vida? Rosy Valença: Através de Dede Valença (Esposo de Rosy Valença) que me incentivou.

Reggae Gen Roots: Qual foi seu primeiro sucesso? Rosy Valença: One of us (melo de Jessica)

Reggae Gen Roots: Qual de suas músicas você mais gosta? Rosy Valença: Gosto de várias, melo de Jessica, Erica, Apaixonado, Luciana...

Reggae Gen Roots: Diga uma mensagem para seus Fãs? Rosy Valença: Ande sempre com DEUS na sua vida, na sua mente, pois com ele você vencerá todos os obstáculos da sua vida.

Reggae Gen Roots: Significado de Reggae para você? Rosy Valença: Reggae é sentimento, que você ver nas pessoas, você sente...

Reggae Gen Roots: Qual seu time de coração? Rosy Valença: Flamengo.

Reggae Gen Roots: Você gosta de fazer shows ao vivo? Rosy Valença: Gosto muito.

Reggae Gen Roots: Qual estado do Brasil você gostou mais? Rosy Valença: De todos os estados.

Reggae Gen Roots: Onde foi seu maior público? Aproximadamente quantas pessoas? Rosy Valença: Foi em Boa Vista Roraima aproximadamente 2.500 a 3.000 pessoas.

Reggae Gen Roots: Qual foi a maior loucura que um fã já fez para você? Rosy Valença: Na verdade nenhuma, mas alguns já choraram de alegria quando me viram.

Reggae Gen Roots: Até quando você pretende cantar esse ritmo maravilhoso que é o Reggae? Rosy Valença: Até quando Deus quiser.

Reggae Gen Roots: No Brasil o Reggae é discriminado por algumas pessoas. Qual sua mensagem para essas pessoas? Rosy Valença: Que o Reggae não é nada disso que eles pensam, o Reggae é um ritmo que encanta e contagiam as pessoas, pessoas de bem como uma das que eu conheci em Boa Vista que é o Sargento Ventura.

Reggae Gen Roots: Você já lançou quantos CDs? Rosy Valença: 2 CDs

Reggae Gen Roots: Quando vai lançar o próximo? Rosy Valença: Ainda não sei a data, mas em breve.

Reggae Gen Roots: Qual seu maior ídolo da musica? Rosy Valença: Não tenho ídolo, mas gosto de Dezarie, Lucky Dube, Barbara Jones, Bob Marley, Gregory Isaacs.

Reggae Gen Roots: O que você gostaria de dizer que não tem nas perguntas? Rosy Valença: Obrigada a DEUS por tudo que tem feito na minha vida, e a você Genilson Maciel(Dono do Site) pelo carinho e o trabalho que você vem fazendo com o reggae e a todos que gostam do meu trabalho.

Fonte Genilson  maciel

terça-feira, 9 de agosto de 2011

O REGGAE É ISSO


O som que saiu de uma pequena ilha do Caribe para dominar o Mundo! "Os piratas capturavam-me. Venderam-me para navios mercantes", desabafa Bob Marley no seu hino. Num dos capítulos mais vergonhosos da história mundial, cerca de 400 milhões de Africanos foram arrancados do seu continente para trabalhar como escravos na Europa e nas Américas.Essa mão-de-obra barata e qualificada foi de extrema importância para a Jamaica. A ilha recebeu sua primeira leva de escravos em 1509, quinze anos depois de ser descoberta por Cristóvão Colombo - a população indígena nativa tinha sido dizimada em poucos anos. Os novos habitantes chegaram trazendo uma cultura e cânticos próprios.Do cruzamento da sua música com as tradicionais canções piratas nasceu a primeira identidade musical da Jamaica O MENTO.Um corte brutal para os anos 50.A Jamaica ouve Mento associado ao Calipso e às Steel Drums de Trinidad; a comunidade mais jovem prefere escutar rhythm´n´blues americano, captado por rádios de alta potência. Os clubes populares por sua vez, promovem bailes com big bands nativas - em que se destacam o trombonista Dom Drummond, e o guitarrista Enerst Ranglin – trazendo um reportório com muito Duke Ellington, Glen Miller e outros sultões do Swing.Neste cenário marcado pela diversidade musical fermentam as mudanças que sacudiram a Jamaica, a primeira delas ocorreu na metade dos anos 50, camaradas mais ”modernos” trocam as bandas pela música mecânica. Nome de dois deles : Clement Coxsone e Dodd Duke Reid, donos dos primeiros Sound Systems (uma espécie de discoteca ambulante). O repertório das suas festas é regado pelos melhores sons do rhythm´n´blues dos EUA. Quem tem os discos mais raros ganha a preferência do povo. Houve muitos editores (leia-se Chris Blackwell, futuro patrão de Bob Marley) que ganharam muito dinheiro com viagens aos Estados Unidos à procura de vinis raros de cantores americanos. Um caso parecido com o que acontece hoje no Maranhão (capital nacional do reggae) que tem seu mercado marcado pelas rádios locais.Duke Reid e Dodd tornam-se donos de estúdios na Jamaica, no caso de Dodd ele funda o Studio One, celeiro dos maiores artistas de reggae de todos os tempos.Pelo Studio One passaram Bob Marley & The Wailers, Burning Spear, Dennis Brown e até os Inner CircleA partir dessas mudanças no estilo de musica local, surgiu um ritmo chamado SKA que nada mais é do que uma panóplia dos estilos musicais que embalavam a Jamaica.O Ska ainda produz um novo tipo de consumidor: os rude boys, delinquentes saídos do interior da Jamaica para virem morar em TrenchTown, o ghetto.O abanão envolvente do Ska impulsionava vários novos artistas, em 1962 Jimmy Cliff, então com 14 anos, lança o seu primeiro hit.O novo ritmo ainda não se tinha cimentado quando surge o Rock Steady, que adiciona a batida rock ao tchaca tchaca do Ska. De curta duração, porém um brilho intenso revela ao mundo os talentos Desmond Dekker e Millie Small, entre outros - o reinado do rock steady marca o último suspiro de genialidade dos estúdios de Duke Reid.A música Jamaicana dá o grande e definitivo salto para a ribalta no final dos anos 60, o pai da criança é um tal Lee Perry, um chapeleiro doido saído dos domínios de Coxsone Dodd. Lee desacelera a batida do ska e emprega um bando de músicos locais, desconhecidos e doidos para se enclausurar no estúdio.Caso seja adepto de lendas, eis a melhor delas para justificar o nascimento do Reggae: houve na Jamaica um verão escaldante e, com pena do povo que se desidratava ao dançar, os músicos decidiram aliviar e tocar o ska mais devagarinho. Nascia assim uma música que iria ganhar o mundo: O Reggae!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

MÁRCIA ARAÚJO: UMA DIVA APAIXONADA POR REGGAE

Márcia Araújo é uma dessas apaixonada pela vida, mãe amorosa e muito dedicada aos filhos, mas gosta muito de se divertir com responsabilidade nas festas de radiolas do reggae, ela não também é uma amante do bom reggae que não esconde pra ninguém a sua paixão pelo ritmo, pois quando toca um reggae Márcia viaja na sequencia e também conhece os maiores nomes do reggae da Jamaica.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

As cores do Reggae

Um dos símbolos mais obvios dos Rastafari são as cores. Estas são o vermelho, preto, verde e amarelo. Estas cores foram retiradas do movimento de Marcus Garvey.


A cor vermelha, simboliza a triunfante igreja dos Rastafari, representando também o sangue dos mártires que existem na história dos rastas.

O preto, representa a cor dos africanos, dos quais descendem 98% dos Jamaicanos.

O verde, representa a beleza da vegetação da Etiópia e da terra prometida.

O amarelo é usado para simbolizar a abundância da sua terra natal.

JAMAICA BRASILEIRA

SORAIA DRUMMOND


Nascida em Salvador,Bahia,Brasil,Soraia Drummond foi revelada num show do cantor jamaicano Gregory Isaacs em Salvador no dia 07.07.07 pelo legendário empresário e coordenador de turnês Copeland Forbes que ficou impressionado com sua historia e seu talento. Desde então se apresentou em diversos festivais como o Kalau Festival em St. Lucia, em turnê com Gregory Isaacs pelos Estados Unidos e Europa e no tradicional festival de Reggae do verão jamaicano Reggae Sumfest. Dividiu palco com nomes como Gregory Issacs, Alpha Blondy, The Wailers, The I Threes, Dean Fraser, Mad Professor, Eek-A-Mouse e Steel Pulse. Gravou com grandes produtores como o brasileiro Buguinha Dub, os jamaicanos Dean Fraser, Sly & Robbie, Earl “Chinna” Smith (ex-guitarrista de Bob Marley), Leebert “Gibby” Morrison (guitarrista e baixista de Bunny Wailer,Peter Tosh e Ziggy Marley) e com Mad Professor o produtor londrino considerado uma lenda viva do Dub mundial. A artista é cantora, compositora e multi-instrumentista, seu show é marcado por muita energia e grande variação de timbres vocais mesclando musica brasileira e jamaicana com muita personalidade..

FONTE história do reggae

Jeremias Gomes

Jeremias Gomes é o filho mais novo do cantor baiano pioneiro do reggae Edson Gomes,e assim como o irmão Isaque Gomes segue os passos do pai,e o caçula da família Gomes está chegando na estrada agora.


O rapaz já gravou algumas músicas como ´´Dançando Reggae´´, e ´´Engano Profundo´´com Jeremias bem no estilo vocal e instrumental do reggae do pai Edson Gomes.

Jeremias,de São Félix na Bahia, está atualmente no estúdio gravando canções que farão parte de seu primeiro disco solo,e o jovem promete..

OTÁVIO RODRIGUES






O jornalista,DJ e produtor paulista Otávio Rodrigues,conhecido como “Doctor Reggae” também foi um dos pioneiros na divulgação do reggae no Brasil..

No fim da década de 1970´s,Julio Barroso no Rio, e Otávio Rodrigues, em São Paulo, começam a divulgar o ritmo no sudeste e sul do Brasil..Morou quatro anos em São Luís no Maranhão, produziu programas de rádio, CDs, filmes, mergulhou fundo no reggae,bumba meu boi e nos tambores de crioula e de mina.Ele criou o grupo Bumba Beat,um grupo que mistura estilos diversos como reggae, dub, bumba-meu-boi, rock steady, ska, tambor de crioula, tambor de mina, burru, baião de princesas, bloco de índio, samba, samba de roda e outros, a continuação de um longo e apaixonado trabalho de pesquisa que soma mais de 30 anos.Já no final dos anos 1970, Otávio Rodrigues fazia som no lendário Terceiro Mundo Bar, na rua Cardeal Arcoverde, São Paulo. Mas o nome Bumba Beat,surgiu mesmo em 1995, num programa de rádio produzido e apresentado em São Luís, Maranhão, terra do reggae e do bumba-meu-boi ,e chegou a ser tomado de empréstimo por lá entre 1994 e 1997, para explicar uma nova cena musical.

No início de 1991,em São Paulo,na época, o promotor das noites dedicadas ao reggae era o jornalista e DJ Otávio Rodrigues.
fonte história do reggae

terça-feira, 5 de julho de 2011

REGYNNA SÓ: NO PALCO DO JAMEICA ROOTS SABADO


REGYNNA SOÓ, mineira de Úba, e moradora da comunidade da Maré, Rio de Janeiro. Já trabalhou em fábrica de costura e vendeu bala para ajuda a mãe. Um dia resolveu ser ambulante na praia de Ipanema, Arpoador vendendo refrigerante e cerveja. Com o tempo passou para uma barraca na Farme de Amoedo. Dois sonhos despertaram: um de ser dona do seu negócio e o outro se tornar cantora conhecida. Trabalhou pesado. Conquistou a sua barraca. Assim que se tornou empreendedora do seu negócio foi em busca da carreira artística. Durante cinco anos juntou dinheiro para gravar seu primeiro Cd e alugar o Teatro Ipanema para fazer o Show de lançamento. Tudo isso, com muito trabalho na praia. Esforço recompensado.

“Gosto de ser livre e adoro trabalhar com o público. Conhecer pessoas é fundamental. A música sempre esteve na minha vida. Desde pequena quis ser cantora. Gosto de black-music, rock e reggae. Já me apresentei, no Teatro Ipanema, Rock Blues,e outras casas .Cantar pra mim é viver intensamente cada segundo,é sonhar,sonhar,sonhar,e nunca se cansar de sonhar”, declara REGYNNA SOÓ.

A praia motiva REGYNNA SOÓ. “No meu trabalho ninguém está só. Tudo é um conjunto. Eu me inspiro nas pessoas, na praia, em todos. Gosto da praia, encontrar gente e passar uma energia boa, alto astral, auto estima para o cliente mesmo nas horas difíceis para mim.” REGYNNA SOÓ ao vivo é um show a parte. A simpatia da areia leva para o palco. Tem um jeito especial e espontâneo de dançar. Hipnotiza com sua performance. Ela tem um modo todo teatral sem ninguém te-la orientado para tal.

REGYNNA SOÓ é prova concreta que a realização de um desejo é o resultado do simples querer e sim trabalhar para que este se realize. Regina fala dos seus sonhos, mas ela já é uma realidade. Visite-a nos palcos ou na praia. Vem show. É só esperar.

Quem quiser encontrar REGYNNA SOÓ vá a sua barraca na praia do Leblon.

Endereço: RUA DELFIM MOREIRA EM FRENTE AO NUMERO 710- LEBLON A RUA DE REFERENCIA: BORTOLOMEU MITRE – Nome da Barraca: VARANDA DA REGYNNA

Links sobre a carreira da Regynna Soó

Entrevista no programa do Jô, Quarta-feira, 14/05/2008

http://video.globo.com/Videos/Player/0,,GIM827955-7759,00.html

Entrevista Diária do Rio de Janeiro

http://diariodorio.com/personagens-do-rio-regina-s

Oi Novo Som
http://www.oinovosom.com.br/ReginaSo

domingo, 12 de junho de 2011

conheça um pouco sobre Andread Jó

  BAIXE AQUI O CD DE ANDREAD JÓAndread Jó, nascido e criado em Fortaleza, é compositor, arranjador e cantor. Iniciou-se na música sem nenhuma ajuda profissional e sim com uma imensa vontade de utilizar-se dela como um veículo de informação, dando assim sua contribuição para uma sociedade que carece de educação e cultura. Sem nenhuma ajuda financeira para a gravação dos seus dois discos: Força (2005) e We are One (2008), o artista utilizou-se dos seus cachês ganhos em apresentações para quitar os gastos.

Como é de conhecimento geral, viver de arte no Brasil ainda é uma tarefa difícil e árdua, mas isso não é nem será obstáculo para um artista como Andread Jó; dedicado à música e as classes menos favorecidas, trazendo em suas canções mensagens de otimismo e fé, dignas de quem acredita num mundo mais justo.
Em 2001, junto com amigos, formam a banda de reggae, Donaleda, banda que revolucionou a cena reggae em Fortaleza e no estado do Ceará, com composições fortes, alcançando o primeiro lugar nas rádios jovens de Fortaleza com sua primeira música, Luz de Jah, rendendo vários shows pelo Brasil e sua primeira parceria como compositor com o jamaicano Eric Donaldson, onde seguiram em turnê pelo Brasil no ano de 2004. No início de 2005 Andread Jó inicia seu trabalho solo e lança seu primeiro disco, Força, um trabalho onde o artista mostra pela primeira vez suas habilidades como arranjador. No disco estão inclusos os sucessos, Luz de Jah, Canto e Jah say Yes, além das inéditas, Searching a Way, A Viagem, Mundo Novo, no qual o artista acaba se firmando de vez na cena reggae nacional fazendo importantes apresentações incluindo o Maranhão Roots Reggae, maior e mais importante festival de reggae do Brasil. Nesse mesmo ano, recebe o convite para abrir os shows de Alpha Blondy nas capitais: Fortaleza ? Ce, São Luis ? Ma e Belém ? Pa, e por consequência, além dos shows, Andread e Alpha tornam-se amigos e Alpha o convida a traduzir suas palavras ao público de Fortaleza, cidade natal de Andread Jó.
Com todas essas mudanças, Andread Jó dá seus primeiros passos rumo ao mercado internacional, e no ano de 2006 faz sua primeira turnê, tocando em mais de 10 cidades da França e em Tilburg, Holanda, a convite do Grupo Capoeira Brasil.
Em 2007, faz sua segunda turnê européia tocando na França e Itália, mostrando além das composições do álbum Força (2005) músicas do segundo disco, We are One,2008, já em fase de gravação no mesmo ano.
Após receber um convite pela Cufa, Central Única das favelas, Andread Jó volta a Europa em 2008, mais precisamente na Suécia, onde além dos shows, foi tradutor e testemunha do trabalho desenvolvido pela Cufa no Brasil, nos eventos de grande importância como: The National Cuncil of Swedish Youth Organizations (May 16-18 2008 Orebro - Sweden) discutindo com lideranças juvenis de vários países a questão da mudança climática, além de seminários nas cidades de Estocolmo e Uppsala, abordando as dificuldades e desafios dos jovens que habitam nas favelas brasileiras, e no mesmo ano lança seu segundo álbum, We are One, recebido pela crítica especializa com grande respeito.
Inicia-se 2009 e novas composições surgem. Nesse mesmo período, Andread Jó volta a Europa, no mês de junho, França, faz algumas apresentações e percebe que a França acabara de se tornar seu segundo lar, surgindo assim sua primeira canção em francês com o título, La vie est une chanson.
Andread Jó acaba de voltar de sua quinta turnê européia, julho de 2010, onde passou pela França, Inglaterra e Holanda. Nesse momento segue fazendo shows e está em estúdio gravando o disco Andread Jó sings Bob Marley, que terá lançamento oficial em julho de 2011.

Contatos:
Luis Alberto Santos (Brasil):
luisimpactopromocoes@hotmail.com
+ 55 85 8760 11 02
+ 55 85 9659 48 22
+ 55 85 7811 80 75
ID: 13*912709
Marion Foucher (France):
peonne@hotmail.com
+ 33 676 158 116
+ 33 642 667 886

Visite nossas páginas na Internet
www.myspace.com/andreadjo
www.palcomp3.com.br/andreadjo
ANDREAD JÓ
FORÇA - 2005
http://www.megaupload.com/?d=MXHBIAHB
ANDREAD JÓ
WE ARE ONE - 2008
http://www.megaupload.com/?d=GCXZ0N4D

Novo Clipe do Ponto de Equilíbrio / New Clip of Ponto de Equilíbrio (feat Don Carlos) - Stay Alive AgendaReggae

sábado, 21 de maio de 2011

PROJETO DESCOBRINDO TALENTOS


Salve , Salve Massa Reggueira
Vem ai As sextas da Divas apresentando a 1ºedição do se você e Dj de webs radio e movimentos Projeto descobrindo talentos de reggae venha participar e ter a oportunidade de mostrar suas pedras e sua sequência dia 10/06 primeira eliminatoria

O 1ºLugar leva R$200 ,

inscrições de 20/05 a 07/06
Fone 8252 0148(Fofinha, Corona e Tânia) e um premio surpresa para maior torcida!

Venha e traga sua equipe.



quarta-feira, 4 de maio de 2011

MAIS UMA FERA DO REGGAE BAIANO, BADARÓ JAMBRASS

CONNHEÇA UM POUCO DESSE FERA
BADARÓ Jambrass

Em uma nova fase - muito mais musical, dançante, versátil e amadurecida ? o cantor e compositor ?Badaró?Jambrass trás ao público o álbum JAMEIKA BRASILISS. Com uma proposta inovadora que traz uma miscigenação musical mesclando reggae, samba, reggaeton, dancehall , funk music , zouk entre outros estilos, fazendo com que todos se envolvam por esse som cheio de balanço e swing.
Nesta etapa do projeto Badaró Jambrass, que transmite toda a positividade da musica jamaicana com toda alegria e o jeito de ser do brasileiro, Badaró convida a todos a conhecerem uma nova vertente que ele conseguiu criar graças as influencias da cultura brasileira e baiana que trás consigo desde a infância, aliada a todas as vertentes da musica jamaicana, a qual o mesmo conheceu com o passar do seu amadurecimento profissional.
Se deixe embalar pelos hits e conheça essa proposta nova de Badaró Jambrass

OLÁ MOÇADA VEJA ESSA BANDA DA BAHIA Semente Da Paz - Ensaio Escologia


A semente da Paz é um grupo musical formado em maio de 2002 na cidade de Salvador-BA, com o principal objetivo de tocar música Reggae espiritual de louvor a Jah.
A banda possui composições próprias, sempre pulsando o Reggae Nyabinghi e suas vertentes musicais (Ska, Rocksteady, Raggamuffin, Dub style, Dance Hall), inovando-se a cada disco produzido. As letras discursam sobre o Amor Incondicional, questões sociais e o culto à Natureza.
O primeiro CD demonstrativo ?Semear o Chão?, gravado de forma independente em 2004, apresenta canções conhecidas pelo público como ?Semear o Chão?, ?Eu & Eu?, ?Brilho de Zion? e ?Natural?, músicas que se popularizaram quando a banda, no ano de 2004, fez uma turnê à São Paulo, tocando na capital e interior.
Em 2005 a banda lançou o CD ?Ao Vivo no Espaço Verde?, local onde já se apresentou diversas vezes em Salvador-BA e obteve grande reconhecimento do seu público.
A Semente, como é conhecida pelos fãs, já tocou em diversos lugares e cidades do Brasil e já dividiu o palco com artistas como B. Negão, Don Carlos, Raimundo Sodré, Jerônimo, Ambulantes, Reação, dentre outros.
A banda que tem na sua linha de frente os músicos : Mario Gomes (Vocal e Guitarra), Daniel Pontual (Vocal e Guitarra) e Paulo Cezar (Baixo), está em finalizando o seu próximo CD que foi gravado nos estúdios WR e tem a produção e direção musical de Marcelão Oliveira.



sábado, 30 de abril de 2011

PUSHIM A CELEBRIDADE DO REGGAE JAPONÊS

PANG CANTORA DO REGGA JAPONÊS

CANTORA JAPONESA

PUSHIM é carinhosamente chamada de "rainha do reggae japonês", apesar de seu repertório cobrir também outros estilos. Sua voz poderosa se encaixa em vários estilos, mas ela canta predominantemente reggae e dancehall.
Desde 1999, PUSHIM lançou um impressionante número de trabalhos e estabeleceu para si um lugar seguro na cena reggae japonesa. Ela é também um rosto familiar em vários eventos de reggae e sua popularidade cresce a cada dia. Ela também trabalha com outros artistas freqüentemente, sendo uma de suas colaborações mais notáveis a música As One, com o renomado cantor jamaicano

HOME GROWN

HOME GROWN

Com uma carreira que começou no início dos anos ’90, o grupo de seis membros HOME GROWN é um nome famoso na cena reggae japonesa, não apenas por seus próprios trabalhos, mas principalmente por causa de seus trabalhos com outros artistas. O HOME GROWN também fez turnê com vários outros artistas como sua banda suporte, e é possível vê-los creditados em lançamentos de artistas como PUSHIM, m-flo, MOOMIN, entre outros.
Os seis membros da banda se conheceram em Shonan, trabalhando no popular resort. Eles fazem um reggae mais tradicional em seus próprios trabalhos, mas, como trabalham com vários outros artistas, seu som recebe outras influências.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

DIRETAMENTE DO JAPÃO, DRY & HEAVY, PARA O PALCO DO JAMEICA ROOTS

é considerado o crème dela crème do dub reggae japonês. Artistas dub normalmente consistem de vários DJs e produtores juntos, mas essa banda se apresenta ao vivo.
A banda foi formada por dois membros em 1991, e é acompanhada de vários músicos suporte, entre eles dois vocalistas. Seu som é lento, relaxado e denso, com vocais sobressalentes da vocalista Likkle (dialeto jamaicano que significa "pequeno") Mai, que envolve o ouvinte como um cobertor.
Além de ganharem fãs no Japão, a banda atrai bastante atenção de outros países. Eles também têm diversos lançamentos por gravadoras européias, americanas e australianas, e fazem shows fora de seu país natal. Infelizmente, desde 2002 a banda não tem novos lançamentos. Apesar de às vezes trabalharem com outros
artistas, os membros estão trabalhando principalmente em seus projetos solo.





JAPANREGGAE




autor: Kay - tradução: Hikari


Antes de começar este artigo, nós perguntamos a várias pessoas sobre reggae japonês e quais artistas eles conheciam. Na maioria das vezes eles respondiam com um "existem artistas de reggae japoneses?!", ou citavam algumas bandas que misturam ritmos.
Parece que entre os grupos bonitinhos, as bandas visual kei andróginas e cantores de anime, não se presta muita atenção a outras subculturas da música japonesa. Então, o JaME apresenta um resumo do reggae japonês e seus artistas.

HISTÓRIA

Então, vamos começar do início. O reggae é um gênero musical que se desenvolveu nos anos ’60, na Jamaica. O artista mais conhecido é, sem dúvidas, Bob Marley, que espalhou o gênero pelo mundo nos anos ’70. Aos poucos ele ganhou mais e mais popularidade, integrando o estilo musical caribenho na cultura musical popular.
Eventualmente ele alcançou o Japão e ganhou seguidores, mas apenas vinte anos atrás a cena reggae japonesa começou a ficar mais proeminente. Foi uma luta difícil, e apenas no início dos anos ’90 o gênero começou a se desenvolver. A maior parte disso aconteceu em Yokohama, uma das maiores cidades do Japão. Festas reggae eram organizadas e, enquanto no início apenas algumas pessoas apareciam, mesmo com cerca de cinqüenta pessoas, já parecia uma multidão nos pequenos clubes.
Aos poucos, mais DJs começaram a tocar reggae, e foram abertos clubes especializados nesse tipo de música, que logo ganhou o nome "Japareggae". Então, o próximo passo foi dado e os artistas japoneses começaram a aparecer. Era mais fácil para os fãs cantarem letras japonesas, apesar de alguns artistas usarem os dialetos jamaicanos pela autenticidade que isso adiciona a suas músicas. Financeiramente, também era mais razoável ter shows de artistas japoneses, em lugar de trazer artistas e suas equipes da Jamaica.
Mas quem foi o responsável por isso? O que despertou o interesse das pessoas? O reggae não era totalmente desconhecido no Japão e Bob Marley até incluiu o país em sua turnê Babylon by Bus no final dos anos ’70, mas, procurando pela resposta à questão sobre quem motivou o público japonês a fazer reggae, tudo pareceu apontar na direçao do DJ RANKIN’ TAXI. Começando sua própria equipe de sistema de som (um grupo de DJs, MCs, engenheiros etc.) no final dos anos ’80 e depois criando sua própria gravadora, ele deu a muitos jovens artistas a chance de lançar seu trabalho.
Hoje em dia, a cena reggae se expandiu tanto que, depois da Jamaica, o Japão tem a maior cena do mundo. Os artistas ganharam muito mais reconhecimento, e vários assinaram contrato com gravadoras como Sony ou Avex, e as pequenas festas underground deram lugar a grandes festivais com dez ou vinte mil pessoas.
A cena parece bem integrada; os artistas são como uma grande família, se apoiando e, provavelmente mais do que em qualquer outra cena, participando nas gravações uns dos outros ou produzindo seus trabalhos juntos.
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