Radio Reggae - Portal Roots

sábado, 26 de janeiro de 2019

MELÔ DE ROBINHO - WELL MARX

Mais um belíssimo recordejo para massa regueira na linda voz de Well Marx um dos gigantes do nosso reggae do Maranhão!!!!

MUSEU DO REGGAE COMEMORA ANIVERSÁRIO E REÚNE PIONEIROS DO GÊNERO NO MARANHÃO

 Museu se tornou referência para o reggae no Brasil. (Foto: Gilson Teixeira)

Com mais de 50 mil visitantes em 2018, o Museu do Reggae do Maranhão festejou seu primeiro aniversário com uma semana inteira de vasta programação, que incluiu aulas de dança, exibição de filmes, rodas de conversa, oficinas gratuitas e muita música.

Dentre as atrações oferecidas aos amantes do ritmo jamaicano, na última quinta-feira (24), o encontro dos Magnatas do Reggae ganhou destaque ao reunir grandes lendas do gênero, entre músicos, produtores e DJs que fizeram história como pioneiros do reggae no estado.

Esse é o caso da radialista Cristina Griffiths, primeira mulher a comandar um programa de rádio no Maranhão voltado para a cultura reggae. Ela conta que sua trajetória na cena cultural não foi fácil pelo fato de ser “mulher, negra e trabalhar com reggae”, estilo musical inicialmente associado aos subúrbios e periferias. Griffiths relata que chegou a ser “proibida de colocar uma música de reggae” no início da carreira.

“Mas eu consegui. Eu fui à luta pelo que eu achava que era o meu ideal. Eu queria difundir o reggae. Hoje o reggae já tem espaço considerável no meio da sociedade”, avalia.

Para Cristina Griffiths, o Museu do Reggae “é um dos grandes points” da atualidade. “Aqui realmente a gente respira reggae. O Museu está sendo bem administrado pelo Ademar Danilo, que é um cara tarimbado e conhecedor profundo do reggae. Acho que tem muito futuro daqui pra frente e a gente só têm a esperar pelo melhor”, pontua a radialista.

Quem também marcou presença foi o baterista e vocalista George Gomes, ex-integrante da banda Legenda, hoje em carreira solo no projeto Radiola Viva do Reggae. O músico foi convidado para representar as bandas maranhenses. Ele acredita que o estilo musical já faz parte da identidade local e que o Museu tem papel fundamental para difundir informações sobre a música reggae.

“Eu acho que o Museu do Reggae só vem a contribuir ainda mais com a nossa cultura local, cultura reggae, e disseminar conhecimento para as pessoas que procuram o Museu no intuito de adquirir mais conhecimento dessa cultura que é riquíssima. Não é à toa que São Luís é chamada de Jamaica Brasileira”, frisou.

Impacto turístico e cultural


Cristina Griffiths foi a primeira mulher a comandar
 um programa sobre reggae no Maranhão. (Foto: Gilson Teixeira)
O diretor do Museu do Reggae, Ademar Danilo, comemora os números positivos que a casa conseguiu emplacar em seu primeiro ano de atividades.

“Em um ano nós chegamos a mais de 50 mil visitantes, desses, quase 18 mil turistas. O Museu do Reggae teve um impacto turístico e cultural muito positivo aqui na cidade. A gente espera continuar melhorando o Museu pra que a gente atraia mais e mais pessoas para o Maranhão”.

Para Ademar, o Museu “traduziu o reggae como elemento cultural do Maranhão”.

Sobre o Museu




Museu do Reggae já tem mais de 50 mil visitantes. (Foto: Gilson Teixeira)
Equipamento cultural construído pelo Governo do Maranhão e vinculado à Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (Sectur), o Museu do Reggae do Maranhão é a primeira casa deste tipo fora da Jamaica.

Quando foi inaugurado, o museu foi destaque em reportagens produzidas pela britânica BBC News, pela emissora chinesa CGTN, por jornais jamaicanos e pela imprensa nacional.

No Museu o visitante pode ver como funciona um típico clube de reggae. Pode ainda ouvir playlists do reggae nacional e internacional, e também conhecer a história do gênero musical no Maranhão, no Brasil e no mundo por meio de uma linha do tempo.

O Museu do Reggae fica localizado na Rua da Estrela (Centro Histórico de São Luís) e fica aberto para visitação de terça a sábado, das 10h às 20h, e aos domingos, das 9h às 13h.

Fonte : Agencia de noticias desenvolvimento  do maranhão

MELÔ DE SÃO PEDRO - ROSY VALENÇA

Melô de são Pedro é uma versão da música, La Isla Bonita da cantora norte-americana Madonna, mais uma linda versão
na voz da diva do reggae pop do maranhão Rosy Valença!!!

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

MUSEU DO REGGAE FAZ ANIVERSÁRIO DE 1 ANO COM REGISTRO DE MAIS DE 50 MIL VISITAÇÕES

Museu do Reggae. (Foto: Divulgação)
O Museu do Reggae do Maranhão celebra 1 ano nesta sexta-feira (18), consolidando o espaço como um bem cultural perfeitamente integrado à cultura do povo maranhense e um dos mais visitados do estado. Com registro de mais de 50 mil visitantes neste primeiro ano, dos quais 20 mil turistas, o museu promove shows, exposições, feiras, aulas de dança e incrementa a cadeia produtiva com diversas atividades envolvendo profissionais da cultura que trabalham nesse segmento.

“Há um ano tivemos a alegria de inaugurar o Museu do Reggae legitimando o gênero musical como um bem cultural maranhense, e essa riqueza ficou ainda maior com a recente decisão da Unesco de integrar o reggae na lista de Patrimônio Imaterial da Humanidade, tudo isso nos dá muito orgulho”, destacou Diego Galdino, secretário de Estado de Cultura e Turismo.

Para comemorar o aniversário, o Museu prepara uma programação especial para o período de 22 a 25 de janeiro, com música, cinema, rodas de conversas, oficinas gratuitas de tranças e aulas de dança.

Programação de aniversário

Na próxima terça-feira (22), a atração é o documentário ‘A Tribo do Reggae’, com bate-papo na sequência com Fauzi Beydoun, vocalista do grupo Tribo de Jah.

Na quarta-feira (23), aula de dança movimenta o pátio interno do Museu com bailarinos do grupo GDAM. As aulas, promovidas pelo Roots Café, o café do Museu, são gratuitas, todas as quartas-feiras e estão fazendo sucesso neste mês de janeiro. Ainda no dia 23 tem a roda de conversa ‘Reggae& Turismo’ com participação do trade turístico.

Outra boa atração, desta vez no dia 24, é o ‘Magnatas do Reggae’ com ofertas de oficinas de tranças, roda de conversa com pioneiros do reggae no Maranhão e DJs históricos. No dia 25 o tema é ‘Mulheres no Reggae’ com show acústico de Núbia e Célia Sampaio e bate papo com mulheres que atuam no reggae.


Aulas de dança fazem parte da programação do museu. (Foto: Divulgação)
Para o diretor e curador do Museu, Ademar Danilo, o museu é o reconhecimento do reggae como elemento cultural contemporâneo do Maranhão e gerador de trabalho e renda para milhares de pessoas.

“Causamos impacto turístico e cultural positivo durante esse primeiro ano. Tivemos a felicidade de ter a casa sempre cheia, gente curiosa sobre a história do reggae no Maranhão e suas formas de expressão, isso sem falar no sucesso que é a ocupação artística Quinta do Reggae, já incorporada ao calendário cultural da cidade, e que lota o Centro Histórico todas as quintas-feiras para festejar o gênero musical”, comentou Ademar.

Conhecida internacionalmente como Jamaica Brasileira, São Luís recebe turistas do mundo inteiro que buscam referências sobre o tema na cidade. O Museu do Reggae Maranhão valoriza essa cultura e fortalece os laços de identidade social construídos ao longo do tempo.

O Museu

O Museu do Reggae do Maranhão é o primeiro do gênero fora da Jamaica, e ao longo desse ano de existência conseguiu se posicionar no roteiro de atratividades artísticas e culturais, atraindo turistas de todos os lugares do mundo além de moradores da cidade que têm a oportunidade de participar de suas programações.

No Museu o visitante pode ver como funciona um típico clube de reggae. Pode ainda ouvir playlists do reggae nacional e internacional, e também conhecer a história do gênero musical no Maranhão, no Brasil e no mundo por meio de uma linha do tempo.

Outra atração é a sala batizada de Clube Toque do Amor, que homenageia os grandes nomes do reggae nacional, além da exposição de fotos, vídeos e discos. A biblioteca do Reggae contempla computadores e livros para utilização dos pesquisadores da área.

Localizado na Rua da Estrela, Centro Histórico de São Luís, o Museu fica aberto para visitação de terça a sábado, das 10h às 20h e aos domingos, das 9h às 13h.

Fonte  agenciadenoticias

MELÔ DE PENALVA - DUB BROWN

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

MELÔ DE FLORES - WELL MARX

Festival de Verão reúne ícones do reggae na Arena Fonte Nova

Alpha Blondy canta sucessos e novidades do recém-lançado disco Human Race (Foto: Roch Armando pour Thomas Nowak Consulting/Divulgação)
O cantor Alpha Blondy faz parte do evento que acontece sábado (8) e domingo (9)
Os amantes do reggae têm um encontro marcado neste sábado (8), data em que o Festival de Verão reúne ícones do gênero musical na Arena Fonte Nova. A começar pelo cantor Alpha Blondy, 65 anos, da Costa do Marfim, que traz a turnê do recém-lançado disco Human Race. Além dele, considerado por muitos como legítimo sucessor de Bob Marley (1945-1981), o evento reúne shows da banda jamaicana Inner Circle e do grupo brasiliense Natiruts.

Isso só para citar os nomes responsáveis por dar o tom de reggae à trilha do festival que também conta com shows do rapper Rael, da funkeira Anitta e dos grupos Planet Hemp e Nação Zumbi, no sábado. Ou seja, não vai faltar groove para quem estiver com vontade de curtir o gênero musical desenvolvido originalmente na Jamaica, no fim da década de 1960, e que segue inspirando artistas de diferentes gerações.
O cantor Alpha Blondy faz parte do evento que acontece sábado (8) e domingo (9)
Os amantes do reggae têm um encontro marcado neste sábado (8), data em que o Festival de Verão reúne ícones do gênero musical na Arena Fonte Nova. A começar pelo cantor Alpha Blondy, 65 anos, da Costa do Marfim, que traz a turnê do recém-lançado disco Human Race. Além dele, considerado por muitos como legítimo sucessor de Bob Marley (1945-1981), o evento reúne shows da banda jamaicana Inner Circle e do grupo brasiliense Natiruts.

Isso só para citar os nomes responsáveis por dar o tom de reggae à trilha do festival que também conta com shows do rapper Rael, da funkeira Anitta e dos grupos Planet Hemp e Nação Zumbi, no sábado. Ou seja, não vai faltar groove para quem estiver com vontade de curtir o gênero musical desenvolvido originalmente na Jamaica, no fim da década de 1960, e que segue inspirando artistas de diferentes gerações.
 O próprio Alpha Blondy, que começou a carreira no rock, há mais de 40 anos, migrou para o reggae por causa de Bob Marley e do cantor jamaicano Burning Spear. “Eu já ouvia Bob Marley, mas quando ouvi Burning Spear, com sua voz gutural que me lembrava das canções africanas, eu senti como se estivesse ouvindo alguém da minha terra natal cantando com um sound system moderno”, lembra Alpha Blondy.
Banda jamaicana Inner Circle traz a turnê de 50º aniversário (Foto: Divulgação)

Protesto
O contato com o reggae inspirou o cantor africano a expressar, por meio da música, sua revolta com a precária situação do seu povo. “É uma música cheia de protesto e muito questionadora. Precisava de um estilo musical que pudesse despertar a consciência política dos meus irmãos da África, da diáspora no gueto”, justifica Alpha Blondy. “Isso foi o que me levou a adotar este estilo musical”, reforça.

Por isso, o repertório do show mistura música e protesto, seja nos principais sucessos pinçados dos 20 álbuns de estúdio, seja nas novidades do disco Human Race. Só para se ter uma ideia, a música Political Brouhaha, que abre o novo trabalho, denuncia os políticos que “nos enchem de promessas que nunca irão manter, já que querem somente uma carreira para si mesmos”.

Já a música Nos Hôpitaux sont Malades (“nossos hospitais estão doentes”) é “um grito de alerta”. “Políticos africanos que se preocupam com o bem-estar e a felicidade de seu povo precisam considerar a saúde. Nossos hospitais são como açougues. Há muito a ser feito e este é um dos pontos essenciais para ajudar a colocar a África no caminho certo”, defende o cantor que acredita que “expressar-se sempre serve a um propósito”. “Não sou político, mas tenho o direito de falar”, resume.
Show da banda Natiruts mostra novidades do disco I Love (Foto: Carlos Muller/Divulgação)


Além da militância, a noite de reggae também abre espaço para músicas que falam de amor e outros temas. No show de Alpha Blondy, por exemplo, tem a regravação de Whole Lotta Love, clássico da banda Led Zeppelin que está no novo disco do regueiro. Já a banda Inner Circle apresenta a turnê comemorativa do 50º aniversário e resgata sucessos como Sweat (A La La La La Long) e Bad Boys.

Por fim, o grupo Natiruts, autor de hits como Presente de um Beija-Flor e Liberdade pra Dentro da Cabeça, revisita esses e outros sucessos, além de apresentar novidades do seu oitavo álbum, I Love, que será lançado na sexta- feira. Ou seja, será uma festa de muito amor ao reggae.

Fonte: Correio24

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

MELÔ DE ERICA - PETER TOTY

Peter Toty,um dos gigantes do reggae do maranhão!!! com uma voz inconfundivel,ele canta e encanta toda massa regueira...

Em breve aqui no blog uma coletânea das divas dos reggae do Maranhão!!!!

As melhores pedras na voz delas,que fazem o sucesso do reggae do maranhão para toda massa regueira.

MELÔ DE POLICA - ROSE MARIE

Unesco declara reggae tesouro cultural global

A Unesco declarou o reggae, ritmo musical jamaicano que se espalhou pelo mundo com seus pedidos de justiça social, paz e amor, um tesouro global que deve ser preservado.

Nascido nos bairros pobres de Kingston na década de 1960, o reggae refletiu tempos difíceis e dificuldades, mas também era uma música alegre e dançante com suas batidas diferenciadas.

O artista e compositor mais famoso do gênero, o falecido Bob Marley, se tornou uma estrela mundial com sucessos como “No Woman, No Cry” e “Get Up, Stand Up”. Outros nomes notáveis incluem Jimmy Cliff e Toots and the Maytalls.

Grupos como o The Clash incorporaram as batidas encorpadas e o viés político em suas próprias músicas, levando-as a uma audiência maior. O gênero se tornou conhecido do Reino Unido ao Brasil.

“Sua contribuição para o discurso internacional nos temas de injustiça, resistência, amor e humanidade ressaltam as dinâmicas do elemento como sendo ao mesmo cerebral, sócio-político, sensual e espiritual”, disse a Unesco em nota.

Fonte:  Reuters

sábado, 24 de novembro de 2018

MELÔ DE PAIXÃO - HONEY BOY

Mais uma versão linda na voz de Honey Boy o jamaicano radicado em São Luis.
Esse é velho conhecido de toda massa regueira do Maranhão,por ter emplacado vários sucessos !!!!

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Vibrações Rasta

01.Eu Vi
02.Olhos Verdes
03.Construção de Amor
04.Experimente Amar
05.Eu Me Precipitei
06.Estrela
07.Mistica
08.Portal Divino
09.Sicronia
10.Verão de Maceió
11.High
12.Quilombagem

domingo, 18 de novembro de 2018

Carl Dawkins - Cry Me A River [Official Video 2017]

UMA NOTÍCIA MUITO TRISTE PARA TODOS OS AMANTES DA MÚSICA JAMAICANA.

Acabei de receber a noticia que o grande amigo Jamaicano "Norris Weir" faleceu. Ele foi o vocalista do The Jamaicans, um grupo formado na Jamaica em 1967, também formado por membros Tommy Cowan, Derrick Brown e Martin Williams. Em 1967 a canção"Ba Ba Boom" venceu o festival na Jamaica. Eu nunca esquecerei da primeira vez que voce veio ao Brasil, e se hospedou e minha residência, das suas risada, das nossas brincadeiras, e da sua voz de ouro. Norris Weir chegou visitar o Brasil( Jamaica Brasileira) três vezes, a convite do amigo Norris Cole. Gravou dois álbuns para o Norris Cole em um estúdio em São Luís. Visitamos diversas festas de reggae em São Luís. Ele adorava essa frase" Oh Boy", e hoje sou eu que digo, oh boy, você nos deixou com um GRANDE vazio no peito. Descanse em paz eterno amigo Norris Weir.R.IP.
Fonte: Conceição Crooks

sábado, 17 de novembro de 2018

MELÔ DE ROBERTA - WELL MARX

DUB BROWN - DANCE WITH ME

01.Don't Go Darling
02.What A Bam Bam
03.You're My Roots
04.No Place To Go
05.Golden Voice
06.Have Mercy
07.God Is Love
08.Fire Go Burn Dem
09.Losing You
10.Dem A Trying
11.Dance With Me
12.I'm Not Your Kind
13.I Would Be
14.Send Me You Love

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

O QUE SERIA DO REGGAE SEM A HOT STAR ???

Ao fazer algumas reflexões sobre os meus 18 anos de Estúdio Central das Pedras, logo me veio esta pergunta acima.
A Hot Star Records se tornou o maior representante da musicalidade reggae genuinamente maranhense, definida com interferências diretas da nossa cultura.
Mesmo sendo muito criticada no seu início (e até hoje), ela foi e continua sendo a principal responsável pela continuidade do reggae em nosso Estado.
O Estúdio Central da Pedras, tem o maior orgulho de ter participado de todas etapas de construção da Hot Star Records e ter contribuído diretamente na sua edificação e fortalecimento no movimento reggae.
Muita gente não sabe ou não se lembra, mas fomos responsáveis pela criação da LogoMarca, do Slogan retirado de uma fala do Professor Dário no Espaço aberto: "O Reggae do Maranhão Com Qualidade Internacional", da captação de tecnologias para aprimoramento da qualidade (plugins, vsti's, softwares, etc) e das campanhas publicitárias que ajudaram a fixar o HSR no mercado. Tenho muito orgulho de tudo isso.
Voltando a pergunta inicial, eu acho que o reggae não teria nem 10% do que é atualmente e nunca teria atingido o seu tão consagrado destaque na cultura reggae do Maranhão.
O HSR supriu o vácuo deixado pelos discos de vinis e das musicas de internet. Por tudo isso ela tem seu lugar consagrado na história.

Por: Cláudio Lemos - Designer

MELÔ DE AMANDA FOFA - DUB BROWN

DUB BROWN 2018 VOL 02


01.Melô de Virgens 2018 - Dub Brown
02.Melô de Luzia 2018 - Dub Brown
03.Melô de Man a Man  2018 - Dub Brown
04.Melô da Pioneira 2018 - Dub Brown
05.Melô da Preta 2018 - Dub Brown
06.Melô de Riquelme 2018 - Dub Brown
07.Melô de Bequimão 2018 - Dub Brown
08.Melô da Proibida 2018 -Dub Brown
09.Melô da Pimentinhas 2018 - Dub Brown
10.Melô de Kaio Silas  2018 - Dub Brown
11.Melô de Apavorado 2018 - Dub Brown
12.Melô de Mano 2018 - Dub Brown
13.Melô de Brutos 2018 - Dub Brown
14.Melô de São Bento 2018 - Dub Brown
15.Melo de Tharcisa 2018 -Dub Brown
16.Melô do Fanático 2018 - Dub Brown

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

MELÔ DA VOVÓ - SLY FOXX

A CANTORA LADY CONCEIÇÃO LANÇOU NA ÚLTIMA SEMANA O SEU SEGUNDO ÁLBUM INTITULADO "FALLING APART

A cantora Lady Conceição lançou na última semana o seu segundo álbum intitulado "Falling Apart". O disco foi produzido pelo jamaicano Sidney Crooks e lançado pelas gravadoras VPAL, VP Records e Pioneers Internacional e, também, distribuído pela S&W Soul King Records, Division of Magic Star Records e Henry's Recors, em Toronto (Canadá). Conceição é casada com Sidney Crooks (também conhecido como Noris Cole) e morou na Jamaica durante um ano, onde gravou alguns hits com Joe Gibbs no estúdio Retirement Crescent, localizado na cidade de Kingston. Algumas destas canções foram para o selo Pedra Reggae Music - que no final da década de 90 ganhou sede em São Luís - e contou com um time forte da Jamaica, a exemplo de Brent Dowe, Jimmy London, Jackie Brown, Stanley Beckford, entre outros. Durante a sua estadia na Jamaica, passou também pelo GG's Records, de Alvin Ranglin's, gravou no Solid Sound, Aquarious Studio e Half Tree. E tem mais, Conceição gravou no Blue Wave Recording Studio, em Barbados, de Eddy Grant, tendo suas músicas na coletânea Tataboo volumes 1 e 2. Com boas referências, Conceição Crooks se tornou a grande sensação do reggae nacional e internacional, trazendo nas suas letras o sotaque jamaicano (que é um grande diferencial neste novo trabalho) e a experiência de uma grande artista maranhense. O novo álbum traz 14 faixas e está disponível para download em todas as plataformas digitais: Spotify, iTunes, Youtube Music, Google Play, Deezer, Amazon Music, etc.

Fonte :  Mirante 

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

COOL RUNNING - ROSE MARIE

SLY FOXX 2018

01.Melô de Melissa - 2018 - Sly  Foxx 
02.Melô da Vovó - 2018 Sly Foxx
03.Melô de Viagem 2018 - Sly Foxx
04.Melô de Lucas  2018 - Sly Foxx
05.Melô de Natália  2018 - Sly Foxx
06.Melô de Zion 2018 - Sly Fox
07.Melô de  Cristiane 2018  Sly Foxx
08.Melô de Marcelo 2018  -Sly Foxx
09.Melo de Fest Ferias 2018 - Sly Foxx
10.Melô de Samaly 2018 -Sly  Foxx
11.Melô de Laura Rafaely 2018 - Sly Foxx
12.Melô de Emily 2018  - Sly  Foxx
13.Melô de Paraisópolis 2018 - Sly Foxx
14.Melô de Brenda 2018- Sly Foxx
15.Melô de Juan 2018 - Sly Foxx
16.Melô do Demolidor 2018 - Sly Foxx

domingo, 11 de novembro de 2018

MELÔ DE BONECA - MIRIAN BLACK

ROCKIE CAMPBELL - THIS IS

01.Gone Gone Gone

02.Give Love a Try

03.Light My Fire

04.Got to Make Me Love You

05.Still in Love You

06.Brother from Another Mother

07.Tra La La La Le Yeah

08.Make It and Make It

09.Bookie Shop

10.They Got to Come

sábado, 3 de novembro de 2018

WICKED MAN - SLY FOXX

Pediu recordação então pega, Sly Foxx é o nome dele!!!!!
Um dos nomes e sobrenome do reggae do Maranhão.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

(((((((CONHEÇA UM POUCO SOBRE O DJ ANTÓNIO JOSÉ))))))

Nascido em Ariquipá, povoado de Bequimão, Baixada Maranhense, em 1970, Antônio José Pinheiro da Silva era um dos mais novos filhos entre os 11 do vaqueiro Marinaldo e da professora e costureira Maria José Pinheiro, a dona Zeca. O menino Antônio José curtia festas desde pequeno. Ainda no interior, enchia os olhos quando alguma pequena radiola ia tocar. A mãe recolhia a cria dos festejos logo após a missa, mas o pirralho dava um jeito de escapar, mesmo sabendo que depois levaria umas bordoadas. O casal decidiu dar uma vida melhor pros filhos e despacharam-no pra capital. Tinham irmãs no São Francisco e compraram uma casa na Rua 2, numa área onde a maré, antes da urbanização da Lagoa, chegava quase na calçada. Era começo dos anos 1980, o menino tinha 9 anos.

Silvia era uma das irmãs mais próximas e sempre estudou na mesma sala de Nemco, apelido do futuro DJ ainda em Ariquipá, é ela quem me diz que Antônio José era um moleque rueiro, não muito fã da escola, que manteve o hábito de fugir pra festas: “todo mundo vinha bonitinho, mas ele sempre tinha reclamação, que ele era bagunceiro, que ele se juntava com os meninos pra bagunçar, que ele não fazia o dever, tudo era ele. Ele era danado demais, e as professoras mandavam recado pra minha mãe. Quando minha mãe chegava ao colégio ele parecia um santo, sentado, aí minha mãe taca! Toda semana ele levava uma pisa. Ele parou de estudar na sétima série”.

Ainda na adolescência conheceu Magão, amigo de Ronald Pinheiro, seu irmão. Na época, “eu tinha uma oficina de eletrônica e Antônio José, um gurizinho assim da perna torta, um molequezinho, chamava Nemco, ele dizia ‘ô, Magão, me ensina eletrônica”, aí eu de molecagem dei uma lista de eletrônica pra ele e disse ‘então tá aqui, se tu decorar essa lista daqui pra amanhã tu vai trabalhar comigo’. No outro dia eu cheguei e ele tinha decorado a lista. Aí eu peguei ele, não tinha tênis, eu comprei um tênis e levei ele pra trabalhar comigo na rua Godofredo Viana”. Daí a gente passou a ser irmão. Magão seria conhecido mais na frente como Tony Tavares, DJ, radialista, cantor, falecido em 2014.

Nos anos 1980, o São Francisco era uma festa só, tinha bloco de carnaval e clube pra tudo quanto é lado. Na metade da década, três “blocos de cachaceiros” chamado Motivo pra beber, da Rua 2, Os Persistentes, da Rua 6 e o ULP, Unidos pela Loucura, da Rua 5, se fundiram no Grêmio Recreativo e Cultural Quilombo. Conversei com Zeca, um dos fundadores do Quilombo, que me disse o seguinte: “Era uma radiola a válvula e depois de um tempo ele vendeu a radiola pra gente. Magão foi o primeiro DJ do quilombo, oficial. Nessa que ele foi ser DJ do Quilombo, o Antônio José colou com ele. Tudo que Antônio José aprendeu como DJ ele aprendeu com Tony Tavares”.
O Quilombo fazia festas de samba ao vivo, mas a grande jogada era aos domingos. Quando Magão saiu, Antônio José assumiu o valvulado. No estilo dos DJs de balanço como Cesinha do Egito, precisava ter uma presença explosiva e as festas do clube ficaram ainda maiores com um discotecário que começava a desconstruir aquele papel: Antônio José falava, cantava por cima dos balanços, inventava letras.

Estrela

Ferreirinha era dono de um time de futebol e arrendou um antigo clube chamado Cajueiro, no final da Rua 3, junto ao mangue. O lugar foi rebatizado de Espaço Aberto. O espaço começou com festas mistas, mas acabou se especializando em reggae e virando referência nos anos 80 e 90.

Ferreirinha se emociona ao falar do Lobo: “eu montei a Estrela 2 e Antônio José tava no Quilombo, eu disse ‘rapaz, aculá tem um pequeno que eu gosto do estilo dele’ aí eu trouxe ele, mas ele disse ‘olha, eu vou trabalhar do meu jeito!’”

A loucura de Antônio José revolucionou o que era ser DJ no Maranhão. Antes dele, o discotecário não era a estrela que hoje é. As falas dos DJs até o começo dos anos 1990 eram pequenas intervenções institucionais, à serviço da festa, da radiola ou do dono do clube.

A entrada de Antônio José coincide também com o aparecimento das mesas de som, que não obrigavam o operador a passar boa parte do tempo ajustando botões num trambolho, o Lobo ia pra galera, cantava por cima das canções, inventando letras, criava bordões até hoje repetidos nos salões e sua “sequência demolidora” realmente abalava as estruturas de qualquer lugar; com ele de fato se abriu a era na qual o DJ era a estrela, e o regueiro passou a seguir um DJ independentemente do lugar. Tá certo que o Lobo era a cara do espaço, mas o DJ era viciado no próprio trabalho, vivia intensamente o mundo do reggae, de maneira que tocava em duas ou até três festas na mesma noite.

E ninguém batizou melôs como ele. Marcus Vinicius, DJ, radialista e grande amigo de Antônio José o definiu como um Midas, “tudo que ele tocava virava ouro”, o moço tinha um faro pro sucesso e tinha nas mãos a máquina pra tal. Toda semana, um novo melô era lançado no Espaço e Antônio José sabia bem como e quando colocar nomes: era dele a decisão do que iria tocar, não do radioleiro. “As músicas eram batizadas por Antônio José, chegavam no aeroporto e iam direto pro escritório da Estrela do Som. Aí se colocava a música pra tocar e Antônio Jose já ia assim de cara, ele era um cara que tinha o ouvido assim muito apurado, uma sensibilidade muito apurada pro que ia servir e o que não ia servir e ele já ia separando. E a partir disso ele ia escutar as músicas com calma pra identificar o que ele poderia lançar como melô, o que a música dizia primeiramente”, me disse Mauricio Capella, outro grande amigo do DJ.

Fora do mundo dos melôs, o Lobo era meio avoado. Seu único documento, segundo a família, era a segunda via do registro de nascimento, tirado pela mãe pra que ele casasse. O segundo foi a certidão de casamento. As fotos do santinho do seu velório eram as 3×4 da identidade que ele não foi tirar.

Foi nessa época que Ferreirinha encontrou o primeiro disco da banda inglesa Akabu, de 1989. A banda ficou famosa por ser o primeiro grupo feminino do reggae, formado pelo duo Valerie Skeete e Vyris Edgill, que começou como um grupo chamado African Woman, mudando de nome logo após. Ferreirinha disse que “na primeira viagem que eu fui eu encostei na França, e tem uma lojinha lá pequenininha, com disco de toda parte do mundo, e lá eles não abrem o disco, daí eu comprei três discos africanos, eu disse ‘rapaz, esse disco aqui eu vou levar’. O certo é que quando eu cheguei aqui e abri o disco era bom pra caramba. Desse disco saíram vários melôs, como o Melô de São Francisco e o Melô de Antônio José. A bolacha tinha oito faixas agitadas e a segunda do lado B, Time, caiu como uma luva com o nome do DJ, “it only takes time”, dizia o refrão que o regueiro maranhense até hoje canta como algo do tipo “Antônio José style”, repetindo várias vezes o nome do ídolo, que tocava a canção em todas as festas. O fato é que por mais que eu tente dar destaque a essa música como exemplar ou crucial à trajetória do DJ, Antônio José não cabe num melô só e Time, com sua letra de amor que diz que cada um e cada amor tem seu tempo, é uma entre várias pedradas que o Lobo arremessou. O texto sobre o Melô de Antônio José só tem Antônio José, não tem o melô, desculpem.

Investigar a história do Lobo é também olhar a história do São Francisco. Ao longo de uma semana na qual pesquisei, tropecei com uma dúzia de pessoas que foram seus amigos, gente que não era necessariamente do reggae, mas que compartilhou pequenas histórias envolvendo o DJ, uma espécie de história dos afetos do bairro, que era impossível morar por aqui (moro na Rua 1) e não ouvir o som do Espaço, Quilombo ou mesmo do Som do Povo, Antônio José jamais deixou suas origens e os donos de quitanda mais antigos abrem o sorriso ao lembrar do moleque que comprava peteca e ficou famoso.

Paz

Entre as várias festas especiais do Espaço Aberto, havia a Festa da Paz, na qual só se entrava de branco. A festa durava dois dias, com um lava-pratos na segunda-feira. Era uma das maiores festas da casa e naquela segunda, 16 de setembro, o DJ Antônio José comandava o som, como sempre, e como sempre tocava numa festa com o coração em outra. A outra era o Festejo da morte do Boi de Iguaíba, zona rural de São Luís. No Domingo da Paz, o radioleiro e DJ Junior Black foi ao Espaço Aberto e convidou o Lobo pra rolar uma sequência, ali mesmo foi anunciado no microfone que no dia seguinte, após o lava-pratos, Antônio José estaria presente no Iguaíba. Maurício Capella não foi ao lava-pratos, mas ficou de ir na festa seguinte, “nos encontramos no Rio São João, eu, voltando pro Espaço Aberto, e eles indo pro Iguaíba”, falou Capella.

José de Ribamar Ramos Filho, o Zezinho nasceu no São Francisco e era frequentador do Quilombo, trabalhava como motorista e foi contratado por Ferreirinha pra comandar a D-20 da Estrela do Som, “eu recebia ordens de Ferreirinha, dona Raimunda, que era a mulher dele, e Antônio José”, me contou, na confeitaria onde hoje trabalha. Antônio José terminou de tocar e chamou Zezinho pra leva-lo à outra festa, “rapaz, tu quer ir pra Iguaíba mesmo? Já tamo tudo cansado?”, interpelou; o DJ disse que precisava ir, entrou na casa do patrão e voltou com a chave do carro. Partiram acompanhado da esposa de Zezinho e de uma moça chamada Silvana que, como Antônio José, já tinha tomado uns pileques. Segundo Capella, a festa no Iguaíba já estava acabando. Antônio José tocava do mesmo jeito pra um clube lotado ou pro faxineiro que limpava o salão vazio, “lá não tinha mais ninguém, tinha um único casal e Gilberto, que era o cara que tomava conta da Radiola”, Junior Black, pensando que o amigo fosse lhe dar um bolo, foi pra casa. Prossegue Capella: “Aí Antônio José tocou meia hora para este casal e, quando ele foi tocar a última música, ele me chamou e disse: ‘Olha, Capella, essa é que vai comandar a sequência de reggae daqui por diante. Esse vai ser o grande sucesso de São Luís’”. Era o Melô do Caranguejo.

Saíram de lá com Capella e Ronald Pinheiro num carro, Antônio José vinha dormindo no outro com o mesmo pessoal da vinda. Pararam na Forquilha pruma mudança de passageiros e seguiram viagem. Passava das 3 da manhã. Zezinho ao volante: “Quando chegou no Cohafuma, eu fui fechado, um cara bateu bem na frente da D-20, eu perdi o rumo, ao invés d’eu ir pra frente, eu já fui foi pro lado, porque a D-20 tava com dois pneu novo na frente, largo, e dois pneu fino atrás. A D-20 não tem peso atrás e tinha dado uma chuva. Quando ele bateu, a D-20 rodou, aí eu fui pra cima da barreira e saí capotando, eu tentei agarrá-lo, mas não consegui, só consegui triscar no ombro dele, porque eu tava preso no cinto”. Antônio José voou pela janela da D-20 e quebrou o pescoço enquanto o carro capotava em frente à igreja do Cohafuma. Capella viu o acidente e se aproximou com Ronald, mas já era tarde demais, o reggae do Maranhão havia perdido sua maior estrela.

Fonte: Portalradio Roots

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

PANCADÃO GD SOM VOLUME 26 (Oficial 2018)


01.Melo de Pancadão gd som 2019 - rosy valença 
02.Melo de Amanda reggae remix 2018
03.Melo de Emilly 2018 - 
04.Melo de Alexandra reggae remix 2018 
05.Melo de Anjo reggae remix 2018 
06.Melo de Bruna marquezine reggae remix 2018 
07.Melo de Helena reggae remix 2018 
08.Melo de Fayder reggae remix 2018 
09.Melo de Monalisa 2018 - 
10.Melo de Lenny 2018 
11.Melo de Rihanna reggae remix 2018 
12.Melo de Bad 2018 
13.Melo de Pan pan 2018
14.Melo de Lara reggae remix 2018 
15.Melo de Dread mar reggae remix 2018 
16.Melo de Toca toca reggae remix 2018 
17.Melo de Amada Mia reggae remix 
18.Melo de My Babe reggaer remix 2018 
19.Melo de Sou favela reggae remix 2018 
20.Monde do Brasil Reggae remix 2018 
21.Melo de Filho do Mato reggae remix 2018
22.Melo de Linda bela 2018 reggae remix
23.Melo de Pegada que Disgrama reggae remix 2018 

sábado, 29 de setembro de 2018

Tempo Rei - Gregory Isaacs


Programa: Tempo Rei - Gregory Isaacs
Sinopse: O objetivo do programa “Tempo Rei” é abordar uma personalidade da história mundial, e além disso, situar o telespectador sobre o contexto social da época em que esse personagem vivia. #temporei #programa #produção #tvufma

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

A hora é agora! Contribua com VIDEOCLIPE E DIVULGAÇÃO DO CANTOR RICARDO LUZ

Videoclipe do cantor, Ricardo Luz. Será para divulgar nas mídias a nova música de trabalho (Baseado em Fatos Reais).

A música sempre esteve presente em sua vida, aos oitos anos descobriu a vocação pela música. Passou por várias bandas cantando ritmos variados mas, só na banda "Reprise" na qual ficou nove anos se tonou músico profissional.

Ricardo tem alguns CD`S gravados de coletânias ao longo desses oito anos de carreira, agora chegou o momento de mostrar o seu novo projeto com músicas novas. confira aqui a campanha 

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

MELÔ DE FOTOS E LEMBRANÇAS - RICARDO LUZ E ROSY VALENÇA 2018

BAIXE O NOVO CD DO CANTOR SONOVOX - 2018

Reggae Love, é o novo CD do cantor Sonovox.
Músicas românticas e versão de outros grandes sucesso nacional e internacionais na na voz marcante de Sonovox.
A novidade deste CD é o hino do time do coração Sampaio Correa na versão de reggae, para os amantes do reggae e da Bolívia querida
01.Amor falso  feito
02.Largados a traças 
03.aquela  nega
04.vs alok
05.Coração calejado 
06.Trem bala exclusiva
07.Melo de dona Maria separação
08.Melo do sonho
09.Vs de Salomé
10.Vs Terry  Winter
11.Eu era
12.December
13.Ilha do amor
14.Jeitinho exclusiva
15.Sagitariano
16.O sol vai brilha
17.Maranhão
18.Sampaio correa
19.Diga não a corrupção