Radio Reggae - Portal Roots

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

(((((((CONHEÇA UM POUCO SOBRE O DJ ANTÓNIO JOSÉ))))))

Nascido em Ariquipá, povoado de Bequimão, Baixada Maranhense, em 1970, Antônio José Pinheiro da Silva era um dos mais novos filhos entre os 11 do vaqueiro Marinaldo e da professora e costureira Maria José Pinheiro, a dona Zeca. O menino Antônio José curtia festas desde pequeno. Ainda no interior, enchia os olhos quando alguma pequena radiola ia tocar. A mãe recolhia a cria dos festejos logo após a missa, mas o pirralho dava um jeito de escapar, mesmo sabendo que depois levaria umas bordoadas. O casal decidiu dar uma vida melhor pros filhos e despacharam-no pra capital. Tinham irmãs no São Francisco e compraram uma casa na Rua 2, numa área onde a maré, antes da urbanização da Lagoa, chegava quase na calçada. Era começo dos anos 1980, o menino tinha 9 anos.

Silvia era uma das irmãs mais próximas e sempre estudou na mesma sala de Nemco, apelido do futuro DJ ainda em Ariquipá, é ela quem me diz que Antônio José era um moleque rueiro, não muito fã da escola, que manteve o hábito de fugir pra festas: “todo mundo vinha bonitinho, mas ele sempre tinha reclamação, que ele era bagunceiro, que ele se juntava com os meninos pra bagunçar, que ele não fazia o dever, tudo era ele. Ele era danado demais, e as professoras mandavam recado pra minha mãe. Quando minha mãe chegava ao colégio ele parecia um santo, sentado, aí minha mãe taca! Toda semana ele levava uma pisa. Ele parou de estudar na sétima série”.

Ainda na adolescência conheceu Magão, amigo de Ronald Pinheiro, seu irmão. Na época, “eu tinha uma oficina de eletrônica e Antônio José, um gurizinho assim da perna torta, um molequezinho, chamava Nemco, ele dizia ‘ô, Magão, me ensina eletrônica”, aí eu de molecagem dei uma lista de eletrônica pra ele e disse ‘então tá aqui, se tu decorar essa lista daqui pra amanhã tu vai trabalhar comigo’. No outro dia eu cheguei e ele tinha decorado a lista. Aí eu peguei ele, não tinha tênis, eu comprei um tênis e levei ele pra trabalhar comigo na rua Godofredo Viana”. Daí a gente passou a ser irmão. Magão seria conhecido mais na frente como Tony Tavares, DJ, radialista, cantor, falecido em 2014.

Nos anos 1980, o São Francisco era uma festa só, tinha bloco de carnaval e clube pra tudo quanto é lado. Na metade da década, três “blocos de cachaceiros” chamado Motivo pra beber, da Rua 2, Os Persistentes, da Rua 6 e o ULP, Unidos pela Loucura, da Rua 5, se fundiram no Grêmio Recreativo e Cultural Quilombo. Conversei com Zeca, um dos fundadores do Quilombo, que me disse o seguinte: “Era uma radiola a válvula e depois de um tempo ele vendeu a radiola pra gente. Magão foi o primeiro DJ do quilombo, oficial. Nessa que ele foi ser DJ do Quilombo, o Antônio José colou com ele. Tudo que Antônio José aprendeu como DJ ele aprendeu com Tony Tavares”.
O Quilombo fazia festas de samba ao vivo, mas a grande jogada era aos domingos. Quando Magão saiu, Antônio José assumiu o valvulado. No estilo dos DJs de balanço como Cesinha do Egito, precisava ter uma presença explosiva e as festas do clube ficaram ainda maiores com um discotecário que começava a desconstruir aquele papel: Antônio José falava, cantava por cima dos balanços, inventava letras.

Estrela

Ferreirinha era dono de um time de futebol e arrendou um antigo clube chamado Cajueiro, no final da Rua 3, junto ao mangue. O lugar foi rebatizado de Espaço Aberto. O espaço começou com festas mistas, mas acabou se especializando em reggae e virando referência nos anos 80 e 90.

Ferreirinha se emociona ao falar do Lobo: “eu montei a Estrela 2 e Antônio José tava no Quilombo, eu disse ‘rapaz, aculá tem um pequeno que eu gosto do estilo dele’ aí eu trouxe ele, mas ele disse ‘olha, eu vou trabalhar do meu jeito!’”

A loucura de Antônio José revolucionou o que era ser DJ no Maranhão. Antes dele, o discotecário não era a estrela que hoje é. As falas dos DJs até o começo dos anos 1990 eram pequenas intervenções institucionais, à serviço da festa, da radiola ou do dono do clube.

A entrada de Antônio José coincide também com o aparecimento das mesas de som, que não obrigavam o operador a passar boa parte do tempo ajustando botões num trambolho, o Lobo ia pra galera, cantava por cima das canções, inventando letras, criava bordões até hoje repetidos nos salões e sua “sequência demolidora” realmente abalava as estruturas de qualquer lugar; com ele de fato se abriu a era na qual o DJ era a estrela, e o regueiro passou a seguir um DJ independentemente do lugar. Tá certo que o Lobo era a cara do espaço, mas o DJ era viciado no próprio trabalho, vivia intensamente o mundo do reggae, de maneira que tocava em duas ou até três festas na mesma noite.

E ninguém batizou melôs como ele. Marcus Vinicius, DJ, radialista e grande amigo de Antônio José o definiu como um Midas, “tudo que ele tocava virava ouro”, o moço tinha um faro pro sucesso e tinha nas mãos a máquina pra tal. Toda semana, um novo melô era lançado no Espaço e Antônio José sabia bem como e quando colocar nomes: era dele a decisão do que iria tocar, não do radioleiro. “As músicas eram batizadas por Antônio José, chegavam no aeroporto e iam direto pro escritório da Estrela do Som. Aí se colocava a música pra tocar e Antônio Jose já ia assim de cara, ele era um cara que tinha o ouvido assim muito apurado, uma sensibilidade muito apurada pro que ia servir e o que não ia servir e ele já ia separando. E a partir disso ele ia escutar as músicas com calma pra identificar o que ele poderia lançar como melô, o que a música dizia primeiramente”, me disse Mauricio Capella, outro grande amigo do DJ.

Fora do mundo dos melôs, o Lobo era meio avoado. Seu único documento, segundo a família, era a segunda via do registro de nascimento, tirado pela mãe pra que ele casasse. O segundo foi a certidão de casamento. As fotos do santinho do seu velório eram as 3×4 da identidade que ele não foi tirar.

Foi nessa época que Ferreirinha encontrou o primeiro disco da banda inglesa Akabu, de 1989. A banda ficou famosa por ser o primeiro grupo feminino do reggae, formado pelo duo Valerie Skeete e Vyris Edgill, que começou como um grupo chamado African Woman, mudando de nome logo após. Ferreirinha disse que “na primeira viagem que eu fui eu encostei na França, e tem uma lojinha lá pequenininha, com disco de toda parte do mundo, e lá eles não abrem o disco, daí eu comprei três discos africanos, eu disse ‘rapaz, esse disco aqui eu vou levar’. O certo é que quando eu cheguei aqui e abri o disco era bom pra caramba. Desse disco saíram vários melôs, como o Melô de São Francisco e o Melô de Antônio José. A bolacha tinha oito faixas agitadas e a segunda do lado B, Time, caiu como uma luva com o nome do DJ, “it only takes time”, dizia o refrão que o regueiro maranhense até hoje canta como algo do tipo “Antônio José style”, repetindo várias vezes o nome do ídolo, que tocava a canção em todas as festas. O fato é que por mais que eu tente dar destaque a essa música como exemplar ou crucial à trajetória do DJ, Antônio José não cabe num melô só e Time, com sua letra de amor que diz que cada um e cada amor tem seu tempo, é uma entre várias pedradas que o Lobo arremessou. O texto sobre o Melô de Antônio José só tem Antônio José, não tem o melô, desculpem.

Investigar a história do Lobo é também olhar a história do São Francisco. Ao longo de uma semana na qual pesquisei, tropecei com uma dúzia de pessoas que foram seus amigos, gente que não era necessariamente do reggae, mas que compartilhou pequenas histórias envolvendo o DJ, uma espécie de história dos afetos do bairro, que era impossível morar por aqui (moro na Rua 1) e não ouvir o som do Espaço, Quilombo ou mesmo do Som do Povo, Antônio José jamais deixou suas origens e os donos de quitanda mais antigos abrem o sorriso ao lembrar do moleque que comprava peteca e ficou famoso.

Paz

Entre as várias festas especiais do Espaço Aberto, havia a Festa da Paz, na qual só se entrava de branco. A festa durava dois dias, com um lava-pratos na segunda-feira. Era uma das maiores festas da casa e naquela segunda, 16 de setembro, o DJ Antônio José comandava o som, como sempre, e como sempre tocava numa festa com o coração em outra. A outra era o Festejo da morte do Boi de Iguaíba, zona rural de São Luís. No Domingo da Paz, o radioleiro e DJ Junior Black foi ao Espaço Aberto e convidou o Lobo pra rolar uma sequência, ali mesmo foi anunciado no microfone que no dia seguinte, após o lava-pratos, Antônio José estaria presente no Iguaíba. Maurício Capella não foi ao lava-pratos, mas ficou de ir na festa seguinte, “nos encontramos no Rio São João, eu, voltando pro Espaço Aberto, e eles indo pro Iguaíba”, falou Capella.

José de Ribamar Ramos Filho, o Zezinho nasceu no São Francisco e era frequentador do Quilombo, trabalhava como motorista e foi contratado por Ferreirinha pra comandar a D-20 da Estrela do Som, “eu recebia ordens de Ferreirinha, dona Raimunda, que era a mulher dele, e Antônio José”, me contou, na confeitaria onde hoje trabalha. Antônio José terminou de tocar e chamou Zezinho pra leva-lo à outra festa, “rapaz, tu quer ir pra Iguaíba mesmo? Já tamo tudo cansado?”, interpelou; o DJ disse que precisava ir, entrou na casa do patrão e voltou com a chave do carro. Partiram acompanhado da esposa de Zezinho e de uma moça chamada Silvana que, como Antônio José, já tinha tomado uns pileques. Segundo Capella, a festa no Iguaíba já estava acabando. Antônio José tocava do mesmo jeito pra um clube lotado ou pro faxineiro que limpava o salão vazio, “lá não tinha mais ninguém, tinha um único casal e Gilberto, que era o cara que tomava conta da Radiola”, Junior Black, pensando que o amigo fosse lhe dar um bolo, foi pra casa. Prossegue Capella: “Aí Antônio José tocou meia hora para este casal e, quando ele foi tocar a última música, ele me chamou e disse: ‘Olha, Capella, essa é que vai comandar a sequência de reggae daqui por diante. Esse vai ser o grande sucesso de São Luís’”. Era o Melô do Caranguejo.

Saíram de lá com Capella e Ronald Pinheiro num carro, Antônio José vinha dormindo no outro com o mesmo pessoal da vinda. Pararam na Forquilha pruma mudança de passageiros e seguiram viagem. Passava das 3 da manhã. Zezinho ao volante: “Quando chegou no Cohafuma, eu fui fechado, um cara bateu bem na frente da D-20, eu perdi o rumo, ao invés d’eu ir pra frente, eu já fui foi pro lado, porque a D-20 tava com dois pneu novo na frente, largo, e dois pneu fino atrás. A D-20 não tem peso atrás e tinha dado uma chuva. Quando ele bateu, a D-20 rodou, aí eu fui pra cima da barreira e saí capotando, eu tentei agarrá-lo, mas não consegui, só consegui triscar no ombro dele, porque eu tava preso no cinto”. Antônio José voou pela janela da D-20 e quebrou o pescoço enquanto o carro capotava em frente à igreja do Cohafuma. Capella viu o acidente e se aproximou com Ronald, mas já era tarde demais, o reggae do Maranhão havia perdido sua maior estrela.

Fonte: Portalradio Roots

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

PANCADÃO GD SOM VOLUME 26 (Oficial 2018)


01.Melo de Pancadão gd som 2019 - rosy valença 
02.Melo de Amanda reggae remix 2018
03.Melo de Emilly 2018 - 
04.Melo de Alexandra reggae remix 2018 
05.Melo de Anjo reggae remix 2018 
06.Melo de Bruna marquezine reggae remix 2018 
07.Melo de Helena reggae remix 2018 
08.Melo de Fayder reggae remix 2018 
09.Melo de Monalisa 2018 - 
10.Melo de Lenny 2018 
11.Melo de Rihanna reggae remix 2018 
12.Melo de Bad 2018 
13.Melo de Pan pan 2018
14.Melo de Lara reggae remix 2018 
15.Melo de Dread mar reggae remix 2018 
16.Melo de Toca toca reggae remix 2018 
17.Melo de Amada Mia reggae remix 
18.Melo de My Babe reggaer remix 2018 
19.Melo de Sou favela reggae remix 2018 
20.Monde do Brasil Reggae remix 2018 
21.Melo de Filho do Mato reggae remix 2018
22.Melo de Linda bela 2018 reggae remix
23.Melo de Pegada que Disgrama reggae remix 2018 

sábado, 29 de setembro de 2018

Tempo Rei - Gregory Isaacs


Programa: Tempo Rei - Gregory Isaacs
Sinopse: O objetivo do programa “Tempo Rei” é abordar uma personalidade da história mundial, e além disso, situar o telespectador sobre o contexto social da época em que esse personagem vivia. #temporei #programa #produção #tvufma

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

A hora é agora! Contribua com VIDEOCLIPE E DIVULGAÇÃO DO CANTOR RICARDO LUZ

Videoclipe do cantor, Ricardo Luz. Será para divulgar nas mídias a nova música de trabalho (Baseado em Fatos Reais).

A música sempre esteve presente em sua vida, aos oitos anos descobriu a vocação pela música. Passou por várias bandas cantando ritmos variados mas, só na banda "Reprise" na qual ficou nove anos se tonou músico profissional.

Ricardo tem alguns CD`S gravados de coletânias ao longo desses oito anos de carreira, agora chegou o momento de mostrar o seu novo projeto com músicas novas. confira aqui a campanha 

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

MELÔ DE FOTOS E LEMBRANÇAS - RICARDO LUZ E ROSY VALENÇA 2018

BAIXE O NOVO CD DO CANTOR SONOVOX - 2018

Reggae Love, é o novo CD do cantor Sonovox.
Músicas românticas e versão de outros grandes sucesso nacional e internacionais na na voz marcante de Sonovox.
A novidade deste CD é o hino do time do coração Sampaio Correa na versão de reggae, para os amantes do reggae e da Bolívia querida
01.Amor falso  feito
02.Largados a traças 
03.aquela  nega
04.vs alok
05.Coração calejado 
06.Trem bala exclusiva
07.Melo de dona Maria separação
08.Melo do sonho
09.Vs de Salomé
10.Vs Terry  Winter
11.Eu era
12.December
13.Ilha do amor
14.Jeitinho exclusiva
15.Sagitariano
16.O sol vai brilha
17.Maranhão
18.Sampaio correa
19.Diga não a corrupção 

Alpha Blondy - Whole Lotta Love [Official Video]

Alpha Blondy lança single “Whole Lotta Love”

A música faz parte do novo álbum que será lançado ainda este mês!

Alpha Blondy é um dos ícones do reggae, mas nasceu bem longe da Jamaica de Bob Marley, Peter Tosh e Jimmy Cliff. Natural da Costa do Marfim, o cantor e compositor de 65 anos levou a cultura africana para o reggae. Canta em francês, inglês, dioula (língua falada em seu país) e, ocasionalmente, árabe e judaico.

O som de Blondy é cheio de ginga e textura, no entanto, suas letras não são tão leves: colocam o dedo na ferida. A música do artista tem forte conteúdo político e social. Por causa de seu engajamento em questões sociais, Alpha foi escolhido pelas Nações Unidas como Embaixador da Paz na Costa do Marfim.

Recentemente, lançou o single “Whole lotta Love”, versão do clássico de Led Zeppelin, de 1969. A música é uma pequena amostra do novo álbum “Human Race”, que será lançado no final de agosto. O vídeo desta canção já está disponível no Youtube. Agora nos resta aguardar o novo disco.
Por Dj  WALDINEY

domingo, 9 de setembro de 2018

SLY FOXX E DUB BROWN 2018 - OS GIGANTES DO REGGAE DO MARANHÃO

Sly Foxx & Dub Brown, a maior dupla de sucesso do reggae do Maranhão.
Os dois artistas tem a preferencia do publico do reggae na atualidade, um é % jamaicano o outo é % Maranhense, mas falam uma só linguá, a do reggae!!!

01.Melô de Man a  Man  2018  -  Dub Brown
02.Melô de deyse  2018  - Sly  Foxx
03.Melô do Poderoso 2018 -Dub Brown & Sly Foxx
04,Melô de Priscila 2018 - Sly  Foxx
05.Melô de  Índia 2018 -  Dub Brown
06.Melô de  Maxuell  2018 - Sly  Foxx
07.Melô de Dorilene 2018 - Dub Brown
08.Melô da Solidão  2018 - Dub Brown & Sly Foxx
09.Melô da  Vovó 2018  -Sly  Foxx
10.Melô do Cachaceiro 2018-  Dub Brown
11.Melô de Janete  2018 - Sly  Foxx
12.Melô de São Vicente 2018 - Dub Brown
13.Melô de Débora  2018 - Sly  Foxx
14.Melô de Sofia 2018 - Dub Brown-
15.Melô de Mulher Nua 2018 - Sly  Foxx
16.Melôde gaçom 2018 -  Dub Brown

UMA BOA PEDRA PARA RECORDAR,MELÔ DA LOBA!!!!!

Uma belíssima música,dessas que marcaram época no reggae e no coração do regueiro.
Melô da Loba é sem dúvida uma dessa pedra que o regueiro nunca vai esquecer...
Essa é para recordar os bons e belhos tempos do reggae no maranhão,melô da loba uma saudade que se renova a cada bez que ouvimos essa bela música!!!

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Rebelution: banda de reggae californian

Quatorze anos em uma carreira efervescente, a banda de reggae californiana e a rebelde turnê Rebelution permanecem abundantemente criativas. Seus membros (cantor / guitarrista / letrista Eric Rachmany, tecladista Rory Carey, baterista Wesley Finley e baixista Marley D. Williams) são tão focados e comprometidos como são descontraídos e descontraídos. E eles não perderam nenhum passo desde que Falling Into Place, seu álbum de estúdio de 2016, se tornou o quarto lançamento da banda no topo da parada de reggae da Billboard, ganhando sua primeira indicação ao Grammy na categoria de Melhor Álbum de Reggae. Sempre expandindo e alcançando audiências mais amplas, o fenômeno Rebelution continua a espalhar boas vibrações na turnê e no estúdio.

Free Rein, seu sexto álbum de estúdio, ainda está enraizado na inspiração jamaicana que as músicas e sons da Rebelution sempre prestaram homenagem, dá saltos experimentais e novas aventuras também, acolhendo antigos fãs e novas audiências. Os músicos colaboraram com artistas jamaicanos em três das 12 novas faixas. Don Corleon (Sean Paul, Rihanna) produziu “Rise On Top”, uma reflexão pontual sobre celebridade e ambição; e Winta James, produtor de Damian Marley e Chronixx, trabalhou com a banda em “Settle Down Easy” e “City Life”, duas músicas que refletem uma perspectiva mais confessional.

“Celebrate”, a faixa de abertura do novo álbum, acena para o som clássico da Rebelution. Tem um significado especial para a banda também. Em seus longos meses na estrada, eles encontraram fãs com problemas de saúde que disseram que a música deles ajudou-os a passar por momentos difíceis. Uma mensagem energizante para todos, a música celebra a unidade do artista e do público.
“Patience”, um híbrido reggae-R & B, é outro hino à conexão humana, uma mensagem assombrosa da fonte do amor romântico: “Talvez não seja bom o suficiente / eu sou paciente, não vou desistir… posso ser seu tudo e mais?

Outras faixas têm uma perspectiva mais ampla. "City Life" é aquele que chega em casa para Rachmany. "Há momentos", diz ele, falando para os moradores urbanos em toda parte, "quando eu só quero sair e encontrar alguma solidão e encontrar a beleza da mãe natureza". O ritmo acelerado transmite a energia positiva desse desejo universal.

A banda permanece em contato com as tradições que ela constrói. Grande parte do estilo, das composições e da qualidade dos instrumentais deriva das raízes jamaicanas, diz Rachmany, destacando a honra que os produtores do local de nascimento do reggae assinaram para trabalhar com a Rebelution. leia mais

Fonte:  rebelutionmusic

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

I DO LOVE YOU - NORRIS COLE

Quando os filhos e netos de Bob Marley se reuniram para um retrato pela primeira vez em uma década

Bob Marley, a lenda do reggae, deixou um legado vivo: foram 11 filhos com sete mulheres diferentes, e essa é só a conta oficial. Ele também assumiu a criação de dois filhos de uma relação anterior de sua esposa, Rita Marley.

Alguns deles seguiram os passos musicais do pai e até alcançaram algum sucesso – casos de Ziggy, Stephen, Julian e Damian -, enquanto outros atingiram sucesso de outras maneiras, ligadas ou não à música – Cedella é uma empresária bem-sucedida e Karen se deu bem na indústria fashion.

Nem todos os descendentes de Bob são próximos, mas alguns deles, incluindo os netos Skip, que também é músico, e Joseph, se reuniram há algum tempo para participar de uma sessão fotográfica registrada pela GQ. O resultado é um ensaio de família pra lá de estiloso.

Fonte: hypeness

sábado, 28 de julho de 2018

Lady Conceição & Norris Cole |You Bring Up The best

TRIBO DE JAH - COME TO THE VIBE (30 YEARS)

01 - Come to the Vibe
02 - Mental Confrontation
03 - Misty Morning
04 - All The Choices
05 - The Wave of Love
06 - The Infinite and Eternal Song
07 - Farce of Democracy
08 - Traitors of the Nation
09 - The Same Old Blues (Inna Reggae Style)
10 - Jah’s Peace
11 - Na Margem do Jaguaribe
12 - Mr. Fya Maker
13 - Gira Latina

quarta-feira, 25 de julho de 2018

SIDNEY CROOKS DO GRUPO THE PIONNERS É HOMENAGEADO EM SÃO LUÍS

Nesse domingo, dia 1º de julho, o Projeto Agarradinho recebeu o cantor, compositor e produtor Sidney Crooks. E nesta passagem pelo Projeto, o DJ Waldiney homenageou o artista através de suas produções, a exemplo do disco “All I Have is Love”, de Gregory Isaac, gravado em 1976, e, também, com canções de sucesso do The Pionners, como Time So Hard, e solo, Sweet Love.

Sidney Crooks é membro fundador do grupo The Pionners (formado em 1962) que esteve, sob indicação do DJ Waldiney, em apresentação no Maranhão Roots Reggae Festival 2003, realizado em São Luís, no Multicenter Sebrae. Segundo a crítica, foi o melhor show desta Edição.

Durante a visita do artista no Projeto Agarradinho, Sidney Crooks comentou sobre possíveis shows de reggae internacionais ainda este ano na ilha. E comentou também sobre produções que nunca foram lançadas, como Letter to Mummy and Daddy, na voz de George Faith, e que saiu de casa com a família para visitar o DJ Waldiney, com o qual mantém uma grande amizade construída no final da década de 90.

Fonte:Mirante Fm

sábado, 21 de julho de 2018

MELÔ DE LINCAR - ROSE MARIE

Ela estar de volta na sena reggae do Maranhão,Rose Marie,uma das vozes inconfundível do reggae da ilha do amor, São Luis do Maranhão!!!!

sexta-feira, 20 de julho de 2018

KRISTINE ALICIA

Kristine Alicia é uma cantora / compositora de reggae que nasceu na Jamaica e agora mora na Flórida. O álbum de estréia de Kristine Alicia, "Get Ready", a impulsionou para a comunidade do Caribbean Gospel, onde recebeu oito indicações no Marlin Awards de 2009, onde levou para casa Artista do Ano e Performance Vocal de Reggae Feminina. Ela continua corajosamente fazendo música com uma mensagem; “Música de liberdade e elevação” como ela descreve.
 Seu último álbum, “Songs from Zion,” é um “álbum clássico do Roots Reggae rico em mensagens inspiradoras” que foi lançado em fevereiro de 2017. O álbum está experimentando exposição difundida no rádio e notoriedade precoce em revistas enquanto também está no top 10 do iTunes. Top 15 álbuns de álbuns de reggae da Billboard.
 Canções de Zion produzido por RoryStoneLove recebeu a atenção internacional, uma vez que recebeu elogios de Reggaeville, Zona Reggae, Reggae Vibes e The Jamaican Observer, para citar alguns. O álbum também recebeu uma crítica especial de John Masouri da Echoes Magazine, onde Kristine Alicia também foi apelidada de artista do mês. O United Reggae também listou o Songs From Zion em sua lista dos 20 melhores álbuns de 2017 no final do ano.

Desde seu surgimento, Kristine Alicia se apresentou nacional e internacionalmente enquanto produzia singles que refletem seu desenvolvimento como pessoa e como artista. Durante esse período de crescimento, Kristine Alicia colaborou, abriu e atuou com artistas como Terceiro Mundo, Taurus Riley, Papa San, Etana, Nadine Sutherland, Rei Guerreiro e Freddie McGregor. Ela se apresentou nos EUA, Canadá, África e em vários países do Caribe.

Seja no palco, nas ruas ou on-line, Kristine Alicia transmite uma mensagem consistente: ame a Deus, ame as pessoas e defenda a justiça. Sua abordagem honesta à música é refrescante e toca as pessoas de uma forma que desperta seu interesse em quem ela é e no que ela realmente acredita.

Fatos sobre o cantor / compositor:

Nascida Kristine Alicia McCaw, esta cantora / compositora vem de Kingston, Jamaica e se mudou para Miami, Flórida, quando tinha 13 anos.
KristineAlicia vem de uma família musical e é uma pianista clássica.
KristineAlicia é inspirada nos seguintes cantores: Sade, Jill Scott, BeBe e CeCe Winans, Beres Hammond, Luciano, Marcia Griffiths, Tessanne Chin, Jesse Royal, Eyrkah Badu e Alicia Keys.
KristineAlicia já se apresentou em todo o Caribe e América do Norte, mas seu maior show até agora foi a atração principal do Groove Party em Nairobi, no Quênia, no qual ela se apresentou para mais de trinta mil (30.000 pessoas). 
  Fonte: kristinealicia

Amadeu o homem do Pancadão Carro de Mão

O nosso  blog tem a missão de divulgar o reggae e seu atores,sim, aqueles quem fazem o reggae com  amor e vocação!!!
Logo estaremos trazendo uma entrevista com dois artistas do reggae do maranhão,sim são dois artistas porque quem cria é artistas sim!!!!

quinta-feira, 19 de julho de 2018

SISTAH AWA!!!!!


Sistah Awa é uma jovem cantora italiana,nascida em Bérgamo, de descendência senegalesa,amante da música negra em particular soul e reggae...
Além de cantora solo,Sista Awa atua em dueto com com sua irmã Valentina no duo Shame And Skandal...
Elas começaram a cantar em casa e, em seguida, começaram a colaborar
com Dread Lion Hifi, um dos principais soundsystems de Dub da cena italiana.
Enquanto isso, elas desenvolveram um duo voz e violão no desempenho acústico que abraça raízes principalmente  do reggae, mas também influências de R and B, que é o seu principal e primeiro amor na música.

BLACK OMOLO A DIVA DO REGGAE HOLANDÊS!!!!!!



Nascida em 16-11-1989 no Quênia, criada na Holanda desde 1995. A Black Omolo faz música desde os 5 anos de idade. Ela entrou em contato com vários estilos musicais diferentes, quando ela estava cantando no coro da igreja e tomando aulas particulares. Ao crescer, ela ouvia música de cantores como Lauryn Hill, Tracy Chapman, Erykah Badu e Anouk (Holanda).

Black Omolo    também se inspirou em sua mãe, vida, ancestrais e experiências. Omolo estava ficando mais consciente da vida. Ela conseguiu uma conexão espiritual e começou a viver, sentir e respirar a energia Rastafari. Ela recebeu um sinal e mais conectada a seus ancestrais, onde seu espírito a levou direto para a Roots Music.

Black Omolo começou cantando backing vocals, não demorou muito para ela tomar seu lugar como artista principal. Sua forte aparência e energia estavam prontas para brilhar!

Enquanto trabalhava com sua banda de reggae holandesa 'Gideon Grounds' por 7 anos, a Black Omolo lançou seu primeiro lançamento chamado "LOVE YOUR LIFE" em 16 de novembro de 2013.

Em novembro de 2013, a Black Omolo fez uma turnê por 3 meses na África Oriental. No Quênia, a Imperatriz está rapidamente tomando seu lugar nos corações de seu próprio povo, com sua música tocando as ondas do rádio e suas performances ao vivo.

Depois de tocar na Europa em fevereiro de 2014 Black Omolo foi brilhando em diferentes festivais e concertos na Europa Reggae Geel, Zwarte Cross, Amsterdam Reggae Festival HMH, Mek It Burn, Rototom Sunsplash, Hootananny Londres e Mais ....

Omolo Black tem trabalhado com diferentes sistemas de som como o rei Shiloh, Black Board Jungle, Black Rose, Rei Alpha, Pacha Mama e muitos mais. Recentemente, o Black Omolo fez uma colaboração com o Rei Guerreiro para ser lançado ainda este ano.

2015 Black Omolo fez sua turnê européia de verão chamada Love Your Life através da Dinamarca, Áustria, Eslovênia, República Tcheca, Bélgica e Espanha promovendo seu EP (Love Your Life).

Outubro de 2015 Black Omolo fez sua primeira viagem à Jamaica, onde teve a oportunidade de apresentar sua música nas verdadeiras performances da Island, Entrevistas e se conectar com diferentes artistas, produtores e estúdios. Black omolo Gravou seu mais recente Video More Positivity e fez uma colaboração com Exile D Brave e Kazam Davis, que em breve será lançado. Sua visita de 2 semanas foi bom gastar com muito trabalho.

Março de 2016 Black Omolo Viajou para o Brasil com o King Shiloh System, onde fizeram uma turnê de duas semanas em São Paulo e Rio de Janeiro. Nesta turnê Omolo deixou um bom e positivo selo no Brasil.

Abril de 2016 Black Omolo Chutou seus 2 meses de Cura pela Nation Europe Tour em turnê Kazam Davis e Infinite 2 Artist da Jamaica. A turnê foi um sucesso em wiz sistema acústico e som.

Julho 2016 Black Omolo Visitou a pátria (Kenia), onde ela aqueceu o enorme para sua turnê de volta dezembro 2016, aqui ela vai apresentar seu novo Ep Roots N Dub para ser lançado em novembro de 2016.

Agosto de 2016 Black Omolo fez uma próxima viagem ao México com o Rei Shiloh Soundsystem, onde eles tiveram 2 grandes shows e gravações para o novo projeto.

Omolo Black tem trabalhado duro para espalhar a mensagem e vibração possível em todo o mundo. Por enquanto estamos todos esperando por seus novos lançamentos, o EP (Roots N Dub) em novembro de 2016. Também estamos ansiosos para os novos lançamentos de diferentes produções: King Shiloh Music, King Alpha, Higher Region, Nyahbin, Hardlife, Omani padme hum, LionsDen ....

Omolo  Black está crescendo mais e mais como ela está se preparando para mais trabalhos espalhados pelo mundo.

Fonte:  blackomolo

Ronnie Davis - Got To Go Home (Acoustic) [Official Video 2017]

Ronnie Davis,Essa fera canta demais!!! Que música linda essa do Ronnie Davis!!!!

ERIC DONALDSON RETORNA À IMPERATRIZ


O show “Direto da Jamaica” se realizará no Rancho da Vila

A massa regueira de Imperatriz aguarda com grande expectativa o show “Direto da Jamaica”, com o festejado cantor jamaicano Eric Donaldson que está de volta a esta cidade. O show se realizará no próximo dia 21 (sábado), no Rancho da Vila, com a participação do DJ Odair e Ekip Land Mix.
Com a promoção de Biné Roots, Sandra Marley, Chaguinha e Eudes Tapeçaria, o evento musical deverá atrair os apreciadores de reggae de Imperatriz e micro região. “Essa expectativa é porque a cada dia cresce o número de regueiros em nossa cidade”, afirma Sandra Marley.
DJ de renome estadual, Sandra Marley, que também é servidora da Fundação Cultural de Imperatriz – FCI, dirige o Point Sandra Marley situado no bairro São José. Ela também promove como DJ os maiores eventos desse gênero musical, inclusive os grandes shows de reggae.
De acordo com a DJ, Eric Donaldson é um dos maiores ídolos da massa regueira do Maranhão e outros estados onde o reggae é a lei. Nascido em 11 de junho de 1947, Eric Donaldson é Considerado o rei dos festivais da Jamaica, tendo ganhado 5 edições do Jamaica Festival Song Competition.
A primeira foi em 1971, com a canção que o lançaria para o mundo do reggae: 'Cherry Oh Baby', que já ganhou inúmeras versões, incluindo uma do UB40 e outra dos Rolling Stones (que viviam a sua fase regueira na metade da década de 70).
Donaldson começou a sua carreira em 1964, fundando no ano seguinte o grupo The West Indians, junto com os parceiros Leslie Burke e Hector Brooks. O grupo lançou alguns compactos, inclusive com Lee Perry ('Oh Lord'), mudou o nome para The Kilowatts e gravou para Lloyd 'Matador' Daley, sem sucesso, o que acabou causando o rompimento do trio.
Depois de gravar algumas faixas solo, Donaldson se inscreveu no festival já citado com 'Cherry Oh Baby' e o venceu. Deslanchou na carreira tornando-se um dos maiores ídolos dos amantes do reggae do Maranhão, do Brasil e de vários países do mundo.

Eric Donaldson de volta aos palcos de Imperatriz (Foto: Divulgação)
Texto Escrito Pelo Mestre ( Domingos Cezar Ribeiro )

Fonte : Sandra Marley

terça-feira, 10 de julho de 2018

RAISSA STAR!!!! A NOVA VOZ DO REGGAE DO DO BRASIL


Reggae Sumfest terá 8 dias de Festival na Jamaica este ano

O evento acontece de 15 a 22 de julho com um lineup estrelado
O festival iconográfico de música da Jamaica, o Reggae Sumfest, terá oito días este ano, segundo a Downsound Entertainment, empresa dos proprietários do evento desde 2016. Milhões de fãs do reggae e do dancehall no mundo todo se encontram na ilha para assistirem às apresentações no maior espetáculo do gênero do planeta de 15 a 22 de julho em Montego Bay.

O festival deste ano atraiu alguns dos atistas mais importantes do reggae, entre eles, Damian ‘Jr. Gong’ Marley, Beres Hammond, Capleton, Bounty Killer, I-Octane, Spice e Raging Fyah. Nesta edição, o público vai prestigiar algo fora do habitural, já que pela primeira vez será adicionado um sabor latino com a apresentação do artista de reggae mexicano Jah Fabio, que faz show na sexta à noite.

Damian Marley                          Beres Hammond                               Jah Fabio

“A Jamaica é o berço do reggae. O Reggae Sumfest é um evento de renome mundial que oferece aos amantes da música a oportunidade de presenciarem seus artistas favoritos em um grande cenário”, informa Donovan White, Diretor de Turismo da Jamaica. “Agora no verão é um grande momento para visitar a ilha e este festival é uma das muitas atividades que os turistas podem aproveitar. É possível fazer uma imersão em nossa cultura, interagir com nossa gente e desfrutar a nossa deliciosa gastronomia.”

 Programação do Reggae Sumfest

 A programação da semana inclui os seguintes eventos:

Sumfest Colorfest Beach Party no domingo, 15 de julho
Sumfest Street Jam na segunda, 16 de julho
Sumfest All White Party na terça, 17 de julho,
Sumfest Blitz na quarta, 18 de julho
A premiação Sumfest Inspire Awards & Heavyweight Clash na quinta, 19 de julho
Simpósio da Indústria do Reggae & Sumfest Dancehall Night na quarta, 20 de julho
Sumfest Reggae Night no sábado, 21 de julho
Sumfest Morning Medz no domingo, 22 de julho leia mais 

Fonte: Minha Jamaica

segunda-feira, 9 de julho de 2018

RAISSA STAR VS GREGORY


Nigth Nurse,uma das mais belas músicas do cantor jamaicano Gregory Isaacs,agora na voz dessa musa do reggae do Maranhão Raissa Star!!! Essa é um talento nato,com uma voz suave e leve tem cantado grandes clássicos do reggae que por onde passa arrasta multidões!!!!

domingo, 8 de julho de 2018

CD REGGAE DO MARANHÃO VOL 01

01.Melô de Diamante -Auzin Hanks
02.Melô da Princesinha -  Wesley Welson 2018
03.Melô de Copacabana - Ricardo Luz
04.Melô de Moraliza - Jackie Robson
05.Melô de Amor Perfeito  Rosy Valença  &  Ricardo Luz
06.Melô de Andressa  Dub Brown  e   Sly Fox
07.Melô de Night  Izys Black
08 Melô de Guimy  Guimy  Rosy Valença
09.Melô de Cidade Olímpica – Lenny  Simpson
10.Melô de Kelly  Honey  Boy
11.Melô de Larissa  Auzin Hanks
12.Melô de Romance  - Well Marx
13.Melô de Sônia   Toty
14.Melô do Baralho 2018  Dub Brown
15.Melô do Meu  Filho
16.Melô do Almir  Nathaly Johnson
17.Melô de Penalva 2018   Honey  Boy
18.Melô da ponta d'areia Cristina Lee
19.Melô de Caminho das índias e Ricardo Luz
20.cool running  Rose Marie  

quarta-feira, 6 de junho de 2018

MUSEU DO REGGAE MARANHÃO É UM DOS DESTAQUES DE EXPOSIÇÃO EM SÃO PAULO

Fauzi Beydoun, Bi Ribeiro, Ademar Danilo e Natty Naifson em debate em São Paulo. (Foto: Divulgação)
 Única casa deste tipo fora da Jamaica, o Museu do Reggae Maranhão tem ganhado destaque além das fronteiras do Estado. Um exemplo é a exposição “Jamaica, Jamaica”, no Serviço Social do Comércio (Sesc) na cidade de São Paulo. A mostra está na unidade da 24 de Maio do Sesc.

A exposição foi concebida pela Cité de La Musique Philharmonie de Paris e tem o Museu do Reggae Maranhense como um dos destaques.

A história do Museu do Reggae em São Luís tem sala dedicada na mostra desde o dia 15 de março, sendo vitrine para a divulgação da cultura e incentivo ao turismo no Maranhão. A programação vai até o dia 26 de agosto.

A exibição propõe uma viagem cronológica, além de apresentar o universo sonoro e cultural jamaicano, que ultrapassa as fronteiras físicas, tornando-se influência mundial e ponto importante na história da música. O acervo reúne desde peças de estúdio usadas por Bob Marley até jornais com notícias dedicadas ao tema.

Reggae no Maranhão 

Alguns dos primeiros registros da música jamaicana no Brasil vêm de São Luís. E por esse motivo, o diretor do museu maranhense, Ademar Danilo, esteve na mostra em São Paulo, onde dialogou com uma plateia de jornalistas e artistas locais, explicando o título ludovicense de Jamaica brasileira.

“Fui convidado a explicar como é esse fenômeno do reggae aqui no maranhão, que desperta muito interesse nas pessoas. O Museu do Reggae tem um impacto turístico muito favorável e positivo ao Estado. A imagem do nosso museu desperta a curiosidade das pessoas em conhecer o Maranhão, além de ser um importante espaço de divulgação para o turismo”, ressalta Ademar Danilo.

Para mais informações clique aqui.

Museu

Mais de 12.000 pessoas já visitaram o Museu do Reggae no Maranhão em menos de 5 meses de funcionamento. O equipamento construído pelo Governo do Maranhão e administrado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Sectur) é o primeiro do gênero no mundo, fora da Jamaica, e segue ganhando notoriedade no circuito nacional e internacional.

Repercussão

O equipamento cultural foi destaque em reportagens produzidas pela empresa de comunicação britânica BBC News, pela emissora chinesa CGTN, por jornais jamaicanos; além da imprensa nacional, como a revista Carta Capital, o jornal Estado de S. Paulo e a revista de bordo da empresa aérea GOL. “Estamos pautando diversos veículos de comunicação no mundo todo. Desde a BBC de Londres até a chinesa CGTN e jornais e revistas de renome”, afirma Ademar Danilo.
 Exposição sobre a Jamaica no Sesc-SP inclui o Museu do Reggae Maranhão. (Foto: Divulgação)


Fonte: Portal Governo do Maranhão

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Banda de um homem só 6 / Kristofe Andarilho viedeclipe

Kristofe é um artista venezuelano do reggae mas radicado em são luis do maranhão
Andarinho roots canta,toca com violão simuntaneamente com percussão,que ele mesmo faz com os pés e as mãos.
Kristofe, não é novidade encontrar ele cantando em  ônibus na capital maranhense e até pelo interior do estado,sempre fazendo cove de grandes nomes do reggae, como Bob Marley,hugh mudell,Peter Tosh e outros artistas do reggae,seus arranjos encanta quem lhes ouve  nas praças nos  ônibus e por onde canta,Kristofe é um verdadeiro artista nato e completo.

"Camino de cemento" Kristofer..O ANDARILHO ROOTS !!!!

Kristofer, artista de rua, poete, compositor e interprete de talento... "Camino de cemento " é uma composição, musica e letra, de Kristofer. clipe de Philippe Lhuillier, realizado na praia de Araçagy, perto de Sao Luis do Maranhao, Brasil....Com o som et mix de Martin Marassa